HC 1014018 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo regimental porque o habeas corpus pretendia impugnar ato já transitado em julgado (15/8/2023) e seria substitutivo de revisão criminal, o que configura supressão de instância vedada ao STJ nos termos do art. 105, I, e, da CF; ademais, a alegada nulidade relativa à pena pecuniária não foi apreciada pelo juízo de origem, impedindo o conhecimento no STJ; não se verificou flagrante ilegalidade apta à concessão da ordem de ofício; e não é admissível arguir o ANPP após o trânsito em julgado (art. 647-A CPP e Tema 1.098 do STJ).
- Parties
- Agravante: DIOGO MOREIRA SALLES NETO; Órgão Prolator Do Acórdão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 October 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Habeas Corpus / Julgado Pela Sexta Turma Em Sessão Virtual (agravo Regimental)
- Legal Topics
- Estelionato, Habeas Corpus, Revisão Criminal, Supressão De Instância, Trânsito Em Julgado, Acordo De Não Persecução Penal (anpp), Pena Pecuniária
Case Brief
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Parties
DIOGO MOREIRA SALLES NETO
Agravante
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Órgão Prolator Do Acórdão
Procedural Posture
Agravo Regimental No Habeas Corpus / Julgado Pela Sexta Turma Em Sessão Virtual (agravo Regimental)
Legal Issues
- 1 Impossibilidade de conhecimento de habeas corpus contra ato com trânsito em julgado
- 2 Vedação ao uso do habeas corpus como substitutivo de revisão criminal (supressão de instância)
- 3 Alegação de nulidade na imposição de pena pecuniária não apreciada na origem
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo regimental porque o habeas corpus pretendia impugnar ato já transitado em julgado (15/8/2023) e seria substitutivo de revisão criminal, o que configura supressão de instância vedada ao STJ nos termos do art. 105, I, e, da CF; ademais, a alegada nulidade relativa à pena pecuniária não foi apreciada pelo juízo de origem, impedindo o conhecimento no STJ; não se verificou flagrante ilegalidade apta à concessão da ordem de ofício; e não é admissível arguir o ANPP após o trânsito em julgado (art. 647-A CPP e Tema 1.098 do STJ).
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