RHC 223228 - DECISAO
Negou-se provimento ao habeas corpus porque, à prima facie, a representação da vítima foi considerada válida sem rigidez formal diante da manifestação inequívoca de interesse do representante da pessoa jurídica, e porque o trancamento da ação penal é medida excepcional que demandaria revolvimento probatório, inexistente na via estreita do habeas corpus, já que há lastro probatório mínimo quanto à autoria e materialidade.
- Parties
- Impetrante: MARCELO HENRIQUE DA SILVA; Impetrante: ROBERTA DE SIQUEIRA CARNEIRO; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 08 June 2026
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Decisão (nega Provimento)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Legal Topics
- Estelionato, Uso De Documento Falso, Falsificação De Documento Público, Decadência Do Direito De Representação, Trancamento Da Ação Penal, Representação Da Vítima, Ação Penal Pública Condicionada
Case Brief
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Parties
MARCELO HENRIQUE DA SILVA
Impetrante
ROBERTA DE SIQUEIRA CARNEIRO
Impetrante
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Decisão (nega Provimento)
Legal Issues
- 1 decadência do direito de representação
- 2 formalismo da representação da vítima
- 3 possibilidade de trancamento da ação penal via habeas corpus
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao habeas corpus porque, à prima facie, a representação da vítima foi considerada válida sem rigidez formal diante da manifestação inequívoca de interesse do representante da pessoa jurídica, e porque o trancamento da ação penal é medida excepcional que demandaria revolvimento probatório, inexistente na via estreita do habeas corpus, já que há lastro probatório mínimo quanto à autoria e materialidade.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
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