AREsp 2835986 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque a matéria sobre a formação de litisconsórcio não foi prequestionada adequadamente e porque as questões remanescentes (coisa julgada, prescrição e dever de cautela) exigiriam reexame do conjunto fático-probatório e do teor de sentença de processo apenso, providência vedada em recurso especial pelas Súmulas n. 5 e 7 do STJ e pelas Súmulas n. 282 e 356 do STF; ademais, o tribunal de origem enfrentou e rechaçou a ilegitimidade ativa como questão de ordem pública, de modo que não há omissão qualificada a ensejar conhecimento do recurso.
- Parties
- Coadquirente: JAQUELINE BRITO JARDIM; Agravada: Lenilce; Primeiro Requerido: Alberto de Almeida Luz; Vendedor (advogado): Genivaldo; Vendedora (advogada): Marcinea
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 December 2025
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos / Inadmissão Do Recurso Especial/decisão De Admissibilidade
- Outcome
- Negou provimento ao agravo
- Legal Topics
- Evicção, Prescrição, Coisa Julgada, Litisconsórcio, Ilegitimidade Ativa, Dever De Cautela Do Adquirente, Honorários Advocatícios, Súmulas
Case Brief
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Parties
JAQUELINE BRITO JARDIM
Coadquirente
Lenilce
Agravada
Alberto de Almeida Luz
Primeiro Requerido
Genivaldo
Vendedor (advogado)
Marcinea
Vendedora (advogada)
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos / Inadmissão Do Recurso Especial/decisão De Admissibilidade
Legal Issues
- 1 necessidade de formação de litisconsórcio ativo (arts. 114 e 115 CPC)
- 2 omissão alegada nos embargos de declaração (art. 1.022 CPC)
- 3 incidência de coisa julgada entre processos distintos
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque a matéria sobre a formação de litisconsórcio não foi prequestionada adequadamente e porque as questões remanescentes (coisa julgada, prescrição e dever de cautela) exigiriam reexame do conjunto fático-probatório e do teor de sentença de processo apenso, providência vedada em recurso especial pelas Súmulas n. 5 e 7 do STJ e pelas Súmulas n. 282 e 356 do STF; ademais, o tribunal de origem enfrentou e rechaçou a ilegitimidade ativa como questão de ordem pública, de modo que não há omissão qualificada a ensejar conhecimento do recurso.
Court Disposition
Negou provimento ao agravo
Orders
- Majorou os honorários advocatícios em 20% do valor arbitrado, na forma do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados os limites dos §§ 2º e 3º
- Publique-se e intimem-se
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