REsp 1826330 - DECISAO
O recurso especial não foi conhecido por ausência de utilidade e necessidade de sua apreciação, pois, mesmo que provido e restabelecida a sentença condenatória, a pretensão punitiva estaria prescrita com base no art. 109, VI, do Código Penal, tendo transcorrido mais de três anos desde o último marco interruptivo (a sentença condenatória).
- Parties
- Recorrente: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 November 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Não Conhecido (decisão De Mérito Quanto À Utilidade Do Recurso)
- Outcome
- recurso especial não conhecido
- Legal Topics
- Exame De Alcoolemia, Bafômetro, Prescrição, Recurso Especial, Embargos De Declaração
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ
Recorrente
Procedural Posture
Recurso Especial / Não Conhecido (decisão De Mérito Quanto À Utilidade Do Recurso)
Legal Issues
- 1 violação do art. 306 da Lei n. 9.503/1997 relativa à validade do laudo de alcoolemia sem indicação de data
- 2 prescrição da pretensão punitiva nos termos do art. 109, VI, do Código Penal
- 3 conhecimento ou não do recurso especial diante da prescrição superveniente
Ratio Decidendi
O recurso especial não foi conhecido por ausência de utilidade e necessidade de sua apreciação, pois, mesmo que provido e restabelecida a sentença condenatória, a pretensão punitiva estaria prescrita com base no art. 109, VI, do Código Penal, tendo transcorrido mais de três anos desde o último marco interruptivo (a sentença condenatória).
Court Disposition
recurso especial não conhecido
Orders
- Não conheço do recurso especial.
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment