AREsp 1799490 - ACORDAO

AREsp 1799490 - ACORDAO

O Tribunal entendeu que o Tribunal de origem examinou e fundamentou a questão da responsabilidade do recorrente, constatando ausência de comprovação de ilícito e que, para alterar tal conclusão, seria necessário reexame fático-probatório, o que é vedado pela Súmula 7 do STJ; portanto, não houve omissão nos termos do art. 1.022 do CPC/2015 e o agravo interno foi improvido.

Parties
Recorrente/agravante/excipiente: Francisco de Jesus Penha
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
02 September 2021
Procedural Posture
Agravo Interno / Julgamento
Outcome
negou provimento ao agravo interno
Legal Topics
Exceção De Pré Executividade, Ilegitimidade Passiva, Dilação Probatória, Súmula 7 Do STJ, Responsabilidade Tributária

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Authorities cited 12 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

Francisco de Jesus Penha

Recorrente/agravante/excipiente

Procedural Posture

Agravo Interno / Julgamento

  1. 1 alegada omissão quanto ao art. 1.022 do CPC/2015
  2. 2 ilegitimidade passiva e legitimidade da Certidão de Dívida Ativa
  3. 3 necessidade de dilação probatória para comprovação da responsabilidade do corresponsável

Ratio Decidendi

O Tribunal entendeu que o Tribunal de origem examinou e fundamentou a questão da responsabilidade do recorrente, constatando ausência de comprovação de ilícito e que, para alterar tal conclusão, seria necessário reexame fático-probatório, o que é vedado pela Súmula 7 do STJ; portanto, não houve omissão nos termos do art. 1.022 do CPC/2015 e o agravo interno foi improvido.

Court Disposition

negou provimento ao agravo interno

Orders

  • Negou provimento ao agravo interno.