AREsp 1847694 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque o tribunal de origem decidiu corretamente que os cálculos apresentados pelos autores violaram a coisa julgada, tratando-se de matéria de ordem pública apreciável por exceção de pré-executividade sem necessidade de dilação probatória; não houve omissão nos termos do art. 1.022 do CPC/2015; a modificação dependeria de reexame fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ.
- Parties
- Exequentes; Instituição Financeira; A.M.S Gonçalves & Cia Ltda.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 May 2024
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos / Decisão Sobre Agravo (negado Provimento)
- Outcome
- Nego provimento ao agravo.
- Legal Topics
- Exceção De Pré Executividade, Coisa Julgada, Preclusão, Cumprimento De Sentença, Revisional De Contratos Bancários, Súmula 7 STJ, Súmula 83 STJ
Case Brief
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Parties
Exequentes
Instituição Financeira
A.M.S Gonçalves & Cia Ltda.
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos / Decisão Sobre Agravo (negado Provimento)
Legal Issues
- 1 cabimento da exceção de pré-executividade para discutir matéria de ordem pública sem dilação probatória
- 2 ofensa à coisa julgada pelos cálculos apresentados pelos autores
- 3 preclusão e perda de prazo para impugnação ao cumprimento de sentença
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque o tribunal de origem decidiu corretamente que os cálculos apresentados pelos autores violaram a coisa julgada, tratando-se de matéria de ordem pública apreciável por exceção de pré-executividade sem necessidade de dilação probatória; não houve omissão nos termos do art. 1.022 do CPC/2015; a modificação dependeria de reexame fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo.
Orders
- Publique-se e intimem-se.
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