AREsp 2663887 - DECISAO
O Tribunal concluiu que a alegada ilegalidade do indexador (UFP) e dos juros superiores à SELIC, embora seja matéria de ordem pública, exige dilação probatória e prova técnica para comparar valores e índices, de modo que a exceção de pré-executividade é via inadequada. Ademais, não há omissão no acórdão recorrido quanto aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015, e a questão está vinculada à interpretação de legislação estadual, inviabilizando reforma em recurso especial, razão pela qual o agravo foi conhecido e o recurso especial, nessa parte, teve seu provimento negado.
- Parties
- Agravante: empresa agravante; Agravado: Estado de Sergipe
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 August 2024
- Procedural Posture
- Agravo De Instrumento / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça: Agravo Conhecido; Recurso Especial Parcialmente Conhecido E Negado Provimento
- Outcome
- Agravo conhecido para conhecer parcialmente do recurso especial e, nessa parte, negar-lhe provimento.
- Legal Topics
- Exceção De Pré Executividade, Dilação Probatória, Correção Monetária E Indexadores (ufp Vs. Selic), Prequestionamento, Súmula 7/stj, Súmula 393/stj, Súmula 280/stf
Case Brief
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Parties
empresa agravante
Agravante
Estado de Sergipe
Agravado
Procedural Posture
Agravo De Instrumento / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça: Agravo Conhecido; Recurso Especial Parcialmente Conhecido E Negado Provimento
Legal Issues
- 1 Admissibilidade da exceção de pré-executividade para discutir indexador (UFP) e juros superiores à SELIC
- 2 Necessidade de dilação probatória e prova técnica para aferir suposta ilegalidade do indexador e dos juros
- 3 Alegada omissão do acórdão recorrido quanto aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015
Ratio Decidendi
O Tribunal concluiu que a alegada ilegalidade do indexador (UFP) e dos juros superiores à SELIC, embora seja matéria de ordem pública, exige dilação probatória e prova técnica para comparar valores e índices, de modo que a exceção de pré-executividade é via inadequada. Ademais, não há omissão no acórdão recorrido quanto aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015, e a questão está vinculada à interpretação de legislação estadual, inviabilizando reforma em recurso especial, razão pela qual o agravo foi conhecido e o recurso especial, nessa parte, teve seu provimento negado.
Court Disposition
Agravo conhecido para conhecer parcialmente do recurso especial e, nessa parte, negar-lhe provimento.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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