AREsp 2655466 - DECISAO
O Tribunal não conheceu do recurso especial porque a Corte de origem examinou corretamente provas e fatos demonstrando que o executado não era proprietário nem possuidor ao tempo da constituição do crédito tributário, caracterizando ilegitimidade passiva para a execução fiscal por IPTU; além disso, eventual reforma demandaria reexame fático-probatório vedado pelo enunciado 7 da Súmula do STJ, e as alegadas violações legais não foram prequestionadas, impedindo o conhecimento do recurso; a decisão está em consonância com a jurisprudência do STJ, aplicando ainda a majoração de honorários nos termos do art. 85, §11, do CPC/2015.
- Parties
- Agravado (executado): executado/agravado; Titular Do Contrato De Compra E Venda / Possuidor Informado Nos Autos: Eronildes Andrade De Moura Júnior
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 24 September 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial (agravo De Instrumento Em Sede De Execução Fiscal) / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça Não Conhecimento Do Recurso Especial; Conhecimento De Agravo Relativo a Matéria Não Repetitiva
- Outcome
- conheço do agravo relativamente à matéria que não se enquadra em tema repetitivo e não conheço do recurso especial; mantém-se a decisão agravada que reconheceu a ilegitimidade passiva
- Legal Topics
- Exceção De Pré Executividade, Ilegitimidade Passiva, IPTU, Súmula 7/stj, Honorários Advocatícios
Case Brief
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Parties
executado/agravado
Agravado (executado)
Eronildes Andrade De Moura Júnior
Titular Do Contrato De Compra E Venda / Possuidor Informado Nos Autos
Procedural Posture
Recurso Especial (agravo De Instrumento Em Sede De Execução Fiscal) / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça Não Conhecimento Do Recurso Especial; Conhecimento De Agravo Relativo a Matéria Não Repetitiva
Legal Issues
- 1 Ilegitimidade passiva do executado para execução fiscal de IPTU
- 2 Vedação ao reexame fático-probatório pelo enunciado 7 da Súmula do STJ
- 3 Prequestionamento como requisito de apreciação de matérias apontadas em recurso especial
Ratio Decidendi
O Tribunal não conheceu do recurso especial porque a Corte de origem examinou corretamente provas e fatos demonstrando que o executado não era proprietário nem possuidor ao tempo da constituição do crédito tributário, caracterizando ilegitimidade passiva para a execução fiscal por IPTU; além disso, eventual reforma demandaria reexame fático-probatório vedado pelo enunciado 7 da Súmula do STJ, e as alegadas violações legais não foram prequestionadas, impedindo o conhecimento do recurso; a decisão está em consonância com a jurisprudência do STJ, aplicando ainda a majoração de honorários nos termos do art. 85, §11, do CPC/2015.
Court Disposition
conheço do agravo relativamente à matéria que não se enquadra em tema repetitivo e não conheço do recurso especial; mantém-se a decisão agravada que reconheceu a ilegitimidade passiva
Orders
- Não conhecimento do recurso especial
- Manutenção da decisão agravada que acolheu a exceção de pré-executividade e reconheceu ilegitimidade passiva
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