HC 867250 - DECISAO
A ordem foi denegada porque o Tribunal entendeu não haver excesso de prazo ou desídia do juízo, diante da complexidade do processo (vários réus e defesas distintas), dos incidentes de conflito de competência e do recebimento recente da denúncia, de modo que a prisão preventiva manteve seu caráter provisório e a demora foi justificável.
- Parties
- Denunciada: TAIZA DE OLIVEIRA; Órgão Ministerial: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 10 April 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- ordem denegada
- Legal Topics
- Excesso De Prazo, Prisão Preventiva, Habeas Corpus, Conflito De Competência, Princípio Do Juiz Natural, Razoabilidade E Proporcionalidade
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
TAIZA DE OLIVEIRA
Denunciada
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Órgão Ministerial
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 alegação de excesso de prazo na prisão preventiva
- 2 pedido de revogação da prisão preventiva com imposição de medidas cautelares diversas
- 3 fixação de competência e seus efeitos no processamento
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque o Tribunal entendeu não haver excesso de prazo ou desídia do juízo, diante da complexidade do processo (vários réus e defesas distintas), dos incidentes de conflito de competência e do recebimento recente da denúncia, de modo que a prisão preventiva manteve seu caráter provisório e a demora foi justificável.
Court Disposition
ordem denegada
Orders
- Denegar a ordem de habeas corpus
- Recomendar ao Juízo de primeiro grau que priorize o julgamento da ação penal
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment