AREsp 2389822 - DECISAO
O agravo foi negado porque o Tribunal de origem apreciou adequadamente e motivadamente as questões relevantes, declarando preclusas matérias que deveriam ter sido arguidas em embargos à execução; as alegações que exigiriam revolvimento do acervo probatório (enriquecimento sem causa, simulação, cálculos abusivos, preço vil) esbarram na Súmula 7 do STJ; não houve omissão imputável ao acórdão recorrido nos termos do art. 1.022 do CPC/2015; e a eventual falta de intervenção do Ministério Público em primeiro grau foi suprida pela intervenção em segundo grau.
- Parties
- Agravante: CRISTOVAM PEIXOTO DE LACERDA FILHO; Agravante: MARIA HELENA BRASIL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 10 September 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Agravo (negação De Provimento)
- Legal Topics
- Execução De Título Executivo Extrajudicial, Impugnação À Penhora, Preclusão, Prescrição Intercorrente, Preço Vil (arrematação/ Adjudicação), Nulidade De Contrato De Confissão De Dívida, Abusividade De Juros, Intervenção Do Ministério Público, Súmulas Do STJ (especialmente Súmulas 5, 7 E 211)
Case Brief
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Parties
CRISTOVAM PEIXOTO DE LACERDA FILHO
Agravante
MARIA HELENA BRASIL
Agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Agravo (negação De Provimento)
Legal Issues
- 1 admissibilidade do recurso especial e pressupostos recursais
- 2 ofensa ao art. 1.022 do CPC/2015 (omissão)
- 3 preclusão de matérias não de ordem pública por não terem sido arguidas em embargos à execução
Ratio Decidendi
O agravo foi negado porque o Tribunal de origem apreciou adequadamente e motivadamente as questões relevantes, declarando preclusas matérias que deveriam ter sido arguidas em embargos à execução; as alegações que exigiriam revolvimento do acervo probatório (enriquecimento sem causa, simulação, cálculos abusivos, preço vil) esbarram na Súmula 7 do STJ; não houve omissão imputável ao acórdão recorrido nos termos do art. 1.022 do CPC/2015; e a eventual falta de intervenção do Ministério Público em primeiro grau foi suprida pela intervenção em segundo grau.
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