AREsp 2871992 - DECISAO
Conheceu-se do Agravo e não se conheceu do Recurso Especial porque o provimento pretendido demandaria reexame do acervo fático-probatório (incidência da Súmula 7 do STJ); o Tribunal de origem fundamentou que não se configuravam as hipóteses de extinção da execução previstas no art. 924 do CPC/15 e que os sucessores são legítimos para integrar o polo passivo (art. 110 do CPC/15), especialmente diante da possibilidade de fraude na venda do bem hipotecado, o que exige instrução e não apreciação no especial.
- Parties
- Agravante: FERNANDO QUEIROZ BECHELLI; Agravantes: OUTROS; Executado (falecido): MARIO APARECIDO REZENDE BECHELLI; Executada (falecida): CATARINA GERALDA DE QUEIROZ BECHELLI
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 April 2025
- Procedural Posture
- Agravo (a Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial) / Decisão De Conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do Agravo para não conhecer do Recurso Especial.
- Legal Topics
- Execução De Título Extrajudicial, Extinção Do Processo, Responsabilidade Dos Herdeiros, Hipoteca De Imóvel Rural, Ilegitimidade Passiva, Reexame De Provas (súmula 7 Do Stj), Recurso Especial
Case Brief
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Parties
FERNANDO QUEIROZ BECHELLI
Agravante
OUTROS
Agravantes
MARIO APARECIDO REZENDE BECHELLI
Executado (falecido)
CATARINA GERALDA DE QUEIROZ BECHELLI
Executada (falecida)
Procedural Posture
Agravo (a Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial) / Decisão De Conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 legitimidade dos sucessores do executado para figurarem no polo passivo da execução
- 2 aplicação do artigo 1.792 do Código Civil quanto à responsabilidade dos herdeiros
- 3 compatibilidade da extinção da execução com o artigo 485, inciso VI, do CPC/15 e com as hipóteses do artigo 924 do CPC/15
Ratio Decidendi
Conheceu-se do Agravo e não se conheceu do Recurso Especial porque o provimento pretendido demandaria reexame do acervo fático-probatório (incidência da Súmula 7 do STJ); o Tribunal de origem fundamentou que não se configuravam as hipóteses de extinção da execução previstas no art. 924 do CPC/15 e que os sucessores são legítimos para integrar o polo passivo (art. 110 do CPC/15), especialmente diante da possibilidade de fraude na venda do bem hipotecado, o que exige instrução e não apreciação no especial.
Court Disposition
Conheço do Agravo para não conhecer do Recurso Especial.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
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