RHC 235639 - DECISAO
A execução imediata da pena imposta pelo Tribunal do Júri é válida porque encontra amparo no art. 492, I, "e" do CPP e no entendimento vinculante do STF (RE 1.235.340/SC, Tema 1.068) sobre a soberania dos veredictos, e a alegação de fragilidade de saúde do paciente não se comprovou nos autos, razão pela qual se nega provimento in limine ao habeas corpus.
- Parties
- Impetrante/paciente: JORGE ELIAS DA SILVA ABREU; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 10 April 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória in Limine
- Outcome
- Nego provimento in limine ao recurso em habeas corpus.
- Legal Topics
- Execução Imediata Da Pena, Tribunal Do Júri, Soberania Dos Veredictos, Repercussão Geral (tema N. 1.068), Homicídio Qualificado
Case Brief
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Parties
JORGE ELIAS DA SILVA ABREU
Impetrante/paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória in Limine
Legal Issues
- 1 legalidade da execução imediata da pena imposta pelo Tribunal do Júri
- 2 interpretação e aplicação do art. 492, I, "e" do CPP
- 3 efeitos da repercussão geral fixada no Tema n. 1.068 e do RE 1.235.340/SC
Ratio Decidendi
A execução imediata da pena imposta pelo Tribunal do Júri é válida porque encontra amparo no art. 492, I, "e" do CPP e no entendimento vinculante do STF (RE 1.235.340/SC, Tema 1.068) sobre a soberania dos veredictos, e a alegação de fragilidade de saúde do paciente não se comprovou nos autos, razão pela qual se nega provimento in limine ao habeas corpus.
Court Disposition
Nego provimento in limine ao recurso em habeas corpus.
Orders
- Nego provimento in limine ao recurso em habeas corpus.
- Dê-se ciência ao Ministério Público Federal.
Full Case Text
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