RHC 204929 - DECISAO
Em face da vigência do art. 492, I, e, do CPP e da cláusula de reserva de plenário, bem como da inexistência de declaração de inconstitucionalidade do dispositivo, mantém-se a legalidade da execução provisória da pena aplicada pelo Tribunal do Júri (20 anos e 7 meses), razão pela qual nega-se provimento ao recurso em habeas corpus.
- Parties
- Recorrente: JOSÉ PINHEIRO MACEDO; Respondente: Tribunal de Justiça do Estado do Ceará
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 October 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Exame Preliminar Pelo Relator; Decisão Monocrática (nega Provimento)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus
- Legal Topics
- Execução Imediata/provisória Da Pena, Direito De Recorrer Em Liberdade, Cláusula De Reserva De Plenário, Constitucionalidade Do Art. 492, I, E, Do CPP, Soberania Dos Veredictos Do Tribunal Do Júri
Case Brief
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Parties
JOSÉ PINHEIRO MACEDO
Recorrente
Tribunal de Justiça do Estado do Ceará
Respondente
Procedural Posture
Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Exame Preliminar Pelo Relator; Decisão Monocrática (nega Provimento)
Legal Issues
- 1 legalidade da execução provisória da pena prevista no art. 492, I, e, do Código de Processo Penal
- 2 fundamentação da negativa do direito de recorrer em liberdade
- 3 incidência da decisão do STF no RE n. 1.235.340/SC (Tema 1.068) sobre a matéria
Ratio Decidendi
Em face da vigência do art. 492, I, e, do CPP e da cláusula de reserva de plenário, bem como da inexistência de declaração de inconstitucionalidade do dispositivo, mantém-se a legalidade da execução provisória da pena aplicada pelo Tribunal do Júri (20 anos e 7 meses), razão pela qual nega-se provimento ao recurso em habeas corpus.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso em habeas corpus
Orders
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus
- Publique-se
Full Case Text
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