RHC 214982 - DECISAO
Não há flagrante constrangimento ilegal porque a execução provisória da pena imposta pelo Tribunal do Júri é autorizada segundo o entendimento firm ado pelo STF no Tema 1.068 e aplicado pelo STJ; além disso, não há prova documental (laudo médico oficial ou manifestação da direção do estabelecimento prisional) demonstrando a impossibilidade de prestação do tratamento de saúde dentro do sistema prisional, razão pela qual a ordem foi denegada in limine.
- Parties
- Paciente/recorrente: NATAL JACINTO SOBRINHO; Órgão Prolator Do Acórdão (coator): Tribunal de Justiça do Estado de Goiás
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 April 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória in Limine (art. 34, B, Ristj)
- Outcome
- denego a ordem in limine
- Legal Topics
- Execução Provisória Da Pena, Tribunal Do Júri, Soberania Dos Veredictos, Repercussão Geral (tema 1.068), Fundamentação Da Prisão Após Condenação
Case Brief
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Parties
NATAL JACINTO SOBRINHO
Paciente/recorrente
Tribunal de Justiça do Estado de Goiás
Órgão Prolator Do Acórdão (coator)
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória in Limine (art. 34, B, Ristj)
Legal Issues
- 1 possibilidade de execução provisória da pena imposta pelo Tribunal do Júri independentemente do total da pena
- 2 existência de fundamentação idônea para a prisão imediata após condenação
- 3 situação de saúde do paciente e necessidade de laudo ou manifestação da direção do estabelecimento prisional
Ratio Decidendi
Não há flagrante constrangimento ilegal porque a execução provisória da pena imposta pelo Tribunal do Júri é autorizada segundo o entendimento firm ado pelo STF no Tema 1.068 e aplicado pelo STJ; além disso, não há prova documental (laudo médico oficial ou manifestação da direção do estabelecimento prisional) demonstrando a impossibilidade de prestação do tratamento de saúde dentro do sistema prisional, razão pela qual a ordem foi denegada in limine.
Court Disposition
denego a ordem in limine
Orders
- Denego a ordem in limine.
- Publique-se e intimem-se.
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