RHC 214873 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso porque não houve prisão preventiva, mas sim a execução imediata da pena imposta pelo Tribunal do Júri, medida autorizada pelo art. 492, I, "e", do Código de Processo Penal na interpretação firmada pelo Supremo Tribunal Federal no Tema 1.068 (RE 1.235.340/SC); portanto, não se configurou constrangimento ilegal reparável via habeas corpus.
- Parties
- Recorrente: EDIVAN MOREIRA DA SILVA; Órgão Julgador De Origem: TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 1ª REGIÃO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 27 May 2025
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgado Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
- Legal Topics
- Execução Provisória Da Pena, Tribunal Do Júri, Prisão Preventiva, Repercussão Geral Tema 1.068, Art. 492 Do CPP
Case Brief
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Parties
EDIVAN MOREIRA DA SILVA
Recorrente
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 1ª REGIÃO
Órgão Julgador De Origem
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgado Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 se a segregação cautelar foi decretada sem fundamentação e configura constrangimento ilegal
- 2 se houve prisão preventiva ou execução imediata da pena imposta pelo Tribunal do Júri
- 3 constitucionalidade da execução provisória da pena após condenação pelo Tribunal do Júri
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso porque não houve prisão preventiva, mas sim a execução imediata da pena imposta pelo Tribunal do Júri, medida autorizada pelo art. 492, I, "e", do Código de Processo Penal na interpretação firmada pelo Supremo Tribunal Federal no Tema 1.068 (RE 1.235.340/SC); portanto, não se configurou constrangimento ilegal reparável via habeas corpus.
Court Disposition
nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
Orders
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
- Publique-se.
Full Case Text
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