RHC 214334 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo regimental por entender que, após a fixação da tese pelo STF no Tema n. 1.068 e a interpretação conforme da redação do art. 492, I, e, do CPP, a execução provisória da pena imposta pelo Tribunal do Júri é possível independentemente da quantidade da pena e da data dos fatos, não havendo retroatividade prejudicial ou modulação temporal feita pelo STF que impeça sua aplicação ao caso concreto.
- Parties
- Agravante: FRANCISCO ANDRADE DE ALENCAR
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 June 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento (sessão Virtual) Decisão Da Sexta Turma, Agravo Regimental Improvido
- Outcome
- agravo regimental improvido
- Legal Topics
- Execução Provisória Da Pena, Tribunal Do Júri, Soberania Dos Veredictos, Art. 492, I, E, Do CPP, Tema 1.068 (re N. 1.235.340/sc)
Case Brief
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Parties
FRANCISCO ANDRADE DE ALENCAR
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental No Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento (sessão Virtual) Decisão Da Sexta Turma, Agravo Regimental Improvido
Legal Issues
- 1 possibilidade de execução provisória da pena após condenação pelo Tribunal do Júri
- 2 aplicabilidade temporal da interpretação do STF sobre o art. 492 do CPP (Tema 1.068)
- 3 compatibilidade do art. 492, I, e, do CPP com a Constituição
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo regimental por entender que, após a fixação da tese pelo STF no Tema n. 1.068 e a interpretação conforme da redação do art. 492, I, e, do CPP, a execução provisória da pena imposta pelo Tribunal do Júri é possível independentemente da quantidade da pena e da data dos fatos, não havendo retroatividade prejudicial ou modulação temporal feita pelo STF que impeça sua aplicação ao caso concreto.
Court Disposition
agravo regimental improvido
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental.
Full Case Text
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