CR 20401 - DECISAO
Concedeu-se o exequatur porque a carta rogatória preenche os requisitos legais (não ofende soberania, dignidade humana ou ordem pública; documentos autênticos; decisão inteligível) e a legislação (art. 962, § 2º CPC e art. 216-Q, § 1º RISTJ) autoriza a realização da medida com contraditório diferido, determinando-se a remessa dos autos à Justiça Federal/Seção Judiciária do RS para cumprimento e posterior retorno à Presidência do STJ para envio ao país de origem pela autoridade central competente.
- Parties
- Deponente: PAULO ROGÉRIO SERRA; Deponente: LYON PATRIKE BENITEZ PORTO SERRA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 May 2024
- Procedural Posture
- Carta Rogatória / Exequatur Concedido
- Outcome
- Exequatur concedido
- Legal Topics
- Exequatur, Carta Rogatória, Contraditório Diferido, Remessa À Justiça Federal, Art. 216 O/p/q RISTJ, Art. 962, § 2º CPC
Case Brief
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Parties
PAULO ROGÉRIO SERRA
Deponente
LYON PATRIKE BENITEZ PORTO SERRA
Deponente
Procedural Posture
Carta Rogatória / Exequatur Concedido
Legal Issues
- 1 Deferimento de exequatur para carta rogatória
- 2 Possibilidade de realização da medida sem oitiva prévia do interessado (contraditório diferido)
- 3 Verificação de ausência de ofensa à soberania nacional, à dignidade da pessoa humana ou à ordem pública
Ratio Decidendi
Concedeu-se o exequatur porque a carta rogatória preenche os requisitos legais (não ofende soberania, dignidade humana ou ordem pública; documentos autênticos; decisão inteligível) e a legislação (art. 962, § 2º CPC e art. 216-Q, § 1º RISTJ) autoriza a realização da medida com contraditório diferido, determinando-se a remessa dos autos à Justiça Federal/Seção Judiciária do RS para cumprimento e posterior retorno à Presidência do STJ para envio ao país de origem pela autoridade central competente.
Court Disposition
Exequatur concedido
Orders
- Remetam-se os autos à Justiça Federal, Seção Judiciária do Estado do Rio Grande do Sul, para as providências cabíveis.
- Após, retornem os autos à Presidência do STJ para que sejam enviados ao país de origem por meio da autoridade central competente.
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