REsp 1838535 - DECISAO

REsp 1838535 - DECISAO

O STJ concluiu que a extração mineral ilegal foi comprovada pelos laudos técnicos do DNPM e da Polícia Federal, havendo dever de indenizar pelo dano material no montante apurado de R$6.114.108,85 atualizado pela taxa SELIC; reconheceu a impossibilidade de reexaminar matéria fática (Súmula 7/STJ) e de conhecer...

Source-derived case information.

Parties
Recorrente: BENEDITO ALMEIDA CARNEIRO FILHO; Recorrido: UNIÃO FEDERAL
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
14 October 2024
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão Sobre Recurso Especial
Legal Topics
Extração Mineral Ilegal, Indenização Por Dano Material, Honorários Advocatícios, Embargos De Declaração, Inovação Recursal E Preclusão, Súmula 7/stj, Correção Monetária SELIC
Direito Civil Direito Ambiental Processual Civil Extração Mineral Ilegal Indenização Por Dano Material Honorários Advocatícios Embargos De Declaração Inovação Recursal E Preclusão +2 more

Source-derived case record

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Downloadable case file Legal principles 6 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

BENEDITO ALMEIDA CARNEIRO FILHO

Recorrente

UNIÃO FEDERAL

Recorrido

Procedural Posture

Recurso Especial / Decisão Sobre Recurso Especial

  1. 1 ocorrência de extração mineral sem autorização dos órgãos competentes
  2. 2 dever de indenizar por dano material decorrente de extração mineral ilegal
  3. 3 quantificação do dano e aplicação de índice de atualização monetária (SELIC)

Ratio Decidendi

O STJ concluiu que a extração mineral ilegal foi comprovada pelos laudos técnicos do DNPM e da Polícia Federal, havendo dever de indenizar pelo dano material no montante apurado de R$6.114.108,85 atualizado pela taxa SELIC; reconheceu a impossibilidade de reexaminar matéria fática (Súmula 7/STJ) e de conhecer questões inovadas não apreciadas na origem, conheceu parcialmente o recurso especial e, nessa extensão, negou-lhe provimento, majorando os honorários advocatícios para 2% com fundamento no art.85, §11, do CPC/2015.