AREsp 1464379 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque o acórdão recorrido está em harmonia com a jurisprudência consolidada do STJ que admite a cobrança prevista no art. 11 da Lei 8.987/1995 quando há previsão contratual, e porque a recorrente não realizou o cotejo analítico indispensável para demonstrar dissídio jurisprudencial, justificando a aplicação da Súmula 83/STJ para indeferir o apelo raro.
- Parties
- Agravante: COMPANHIA PIRATININGA DE FORÇA E LUZ-CPFL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 14 June 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo Em Recurso Especial
- Outcome
- Nego provimento ao agravo interposto pela COMPANHIA PIRATININGA DE FORÇA E LUZ - CPFL
- Legal Topics
- Faixa De Domínio, Concessão De Rodovia, Cobrança Pelo Uso De Faixa De Domínio, Art. 11 Da Lei 8.987/1995, Súmula 83/stj, Cotejo Analítico
Case Brief
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Parties
COMPANHIA PIRATININGA DE FORÇA E LUZ-CPFL
Agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo Em Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Possibilidade de cobrança pelo uso de faixa de domínio por concessionária quando prevista em contrato (art. 11 da Lei 8.987/1995)
- 2 Aplicação da Súmula 83/STJ quando o acórdão recorrido está em consonância com a jurisprudência do STJ
- 3 Obrigatoriedade do cotejo analítico para demonstrar dissídio jurisprudencial
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque o acórdão recorrido está em harmonia com a jurisprudência consolidada do STJ que admite a cobrança prevista no art. 11 da Lei 8.987/1995 quando há previsão contratual, e porque a recorrente não realizou o cotejo analítico indispensável para demonstrar dissídio jurisprudencial, justificando a aplicação da Súmula 83/STJ para indeferir o apelo raro.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo interposto pela COMPANHIA PIRATININGA DE FORÇA E LUZ - CPFL
Orders
- Nega provimento ao agravo interposto pela COMPANHIA PIRATININGA DE FORÇA E LUZ - CPFL.
- Majorar em 10% o valor dos honorários sucumbenciais já arbitrados, nos termos do art. 85, §11, do CPC/2015, caso exista prévia fixação nas instâncias de origem.
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