AREsp 2386957 - DECISAO
Conheceu-se do agravo para conhecer parcialmente do recurso especial e, no mérito, negou-se provimento porque as confissões dos acusados, corroboradas por prova oral e documental, comprovaram materialidade e autoria; ficou demonstrado que Marcos atuava como despachante exercendo atividade típica da Administração...
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- Parties
- Agravante/recorrente: MARCOS ROBERTO BAPTISTELLO; Agravante/recorrente: TANIA REGINA FERNANDES BAPTISTELLO; Recorrido/órgão Prolator Do Acórdão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO; Interessado/comparência Com Parecer: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 February 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Mérito Do Agravo Em Recurso Especial No Superior Tribunal De Justiça
- Legal Topics
- Falsidade Ideológica (art. 299 Cp), Equiparação a Funcionário Público (art. 327, §1º Cp), Concurso De Pessoas (art. 29 Cp), Comunicação De Elementares (art. 30 Cp), Admissibilidade De Recurso Especial, Súmula 7/stj, Súmula 284/stf
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Parties
MARCOS ROBERTO BAPTISTELLO
Agravante/recorrente
TANIA REGINA FERNANDES BAPTISTELLO
Agravante/recorrente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Recorrido/órgão Prolator Do Acórdão
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Interessado/comparência Com Parecer
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Mérito Do Agravo Em Recurso Especial No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 se o crime de falsidade ideológica exige dolo específico para sua consumação
- 2 se a atividade de despachante se equipara à atividade típica da Administração Pública para fins do art. 327, §1º, do CP
- 3 se a majorante do parágrafo único do art. 299 deve ser aplicada
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo para conhecer parcialmente do recurso especial e, no mérito, negou-se provimento porque as confissões dos acusados, corroboradas por prova oral e documental, comprovaram materialidade e autoria; ficou demonstrado que Marcos atuava como despachante exercendo atividade típica da Administração Pública, equiparando-se, nos termos do art. 327, §1º, CP, e essa circunstância comunicou-se à coautora Tânia nos termos do art. 30 CP; além disso, a falsidade ideológica foi considerada crime formal, e o reexame da prova foi obstruído pela Súmula 7/STJ, justificando a manutenção da condenação
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