AREsp 1871203 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque o recorrente não especificou os dispositivos federais tidos por violados, incidindo a Súmula 284/STF, o que impede o conhecimento do recurso; além disso, o exame da matéria demandaria interpretação de normas infralegais do SUS, extrapolando o cabimento do Recurso Especial previsto no art.105 da CF/1988; por fim, não se verificou deficiência de fundamentação do acórdão recorrido quanto aos arts. 489 e 927 do CPC/2015.
- Parties
- Agravante: ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 August 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Inadmissão Do Recurso Especial
- Outcome
- Nega-se provimento ao Agravo do Estado do Rio Grande do Sul.
- Legal Topics
- Fornecimento De Tratamento De Saúde, Polo Passivo, Admissibilidade Recursal, Honorários Sucumbenciais, Incidência De Súmula
Case Brief
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Parties
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Inadmissão Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 definição do polo passivo em ações de fornecimento de medicamentos e tratamento de saúde
- 2 inadmissibilidade do recurso por falta de especificação de dispositivos de lei federal (Súmula 284/STF)
- 3 impossibilidade de exame de normas infralegais em Recurso Especial
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque o recorrente não especificou os dispositivos federais tidos por violados, incidindo a Súmula 284/STF, o que impede o conhecimento do recurso; além disso, o exame da matéria demandaria interpretação de normas infralegais do SUS, extrapolando o cabimento do Recurso Especial previsto no art.105 da CF/1988; por fim, não se verificou deficiência de fundamentação do acórdão recorrido quanto aos arts. 489 e 927 do CPC/2015.
Court Disposition
Nega-se provimento ao Agravo do Estado do Rio Grande do Sul.
Orders
- Nega-se provimento ao Agravo do Estado do Rio Grande do Sul.
- Majoram-se, em desfavor da parte recorrente, em 10% (dez por cento) os honorários sucumbenciais já arbitrados na origem, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados os limites dos §§ 2º e 3º do mesmo dispositivo e os termos do art. 98, § 3º, do CPC/2015.
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