AREsp 2795502 - DECISAO

AREsp 2795502 - DECISAO

Negou-se provimento ao agravo em recurso especial porque o exame das alegadas excludentes de responsabilidade demandaria reanálise de provas e fatos, o que é vedado pela Súmula n. 7/STJ; ademais, não houve demonstração suficiente de ofensa normativa ou divergência jurisprudencial apta a autorizar o conhecimento do recurso, e majoraram-se os honorários em 18% nos termos do art. 85, § 11, do CPC.

Parties
Agravante: APEX AUTO CLUB LTDA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
29 May 2025
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Admissibilidade Negativa Do Recurso Especial
Outcome
Agravo em recurso especial negado provimento
Legal Topics
Fortuito Externo, Fortuito Interno, Reexame De Fatos E Provas, Admissibilidade De Recurso Especial, Súmula 7/stj

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 6 Authorities cited 6 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

APEX AUTO CLUB LTDA

Agravante

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Admissibilidade Negativa Do Recurso Especial

  1. 1 Violação dos arts. 393 do Código Civil e 14, § 3º do CDC
  2. 2 Se o alegado fortuito externo afasta a responsabilidade civil
  3. 3 Aplicabilidade da Súmula n. 7/STJ quanto ao reexame de fatos e provas

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao agravo em recurso especial porque o exame das alegadas excludentes de responsabilidade demandaria reanálise de provas e fatos, o que é vedado pela Súmula n. 7/STJ; ademais, não houve demonstração suficiente de ofensa normativa ou divergência jurisprudencial apta a autorizar o conhecimento do recurso, e majoraram-se os honorários em 18% nos termos do art. 85, § 11, do CPC.

Court Disposition

Agravo em recurso especial negado provimento

Orders

  • Nego provimento ao agravo em recurso especial
  • Majoro os honorários fixados em desfavor da parte recorrente para 18% sobre o valor atualizado da condenação