RHC 202290 - DECISAO
Nega-se provimento ao recurso porque não se demonstrou, de pronto e sem exame valorativo exaustivo do conjunto probatório, a atipicidade material do furto por insignificância: o valor subtraído foi considerado significativamente superior ao que pode ser tido como ínfimo e há registro de reincidência em crime patrimonial, de modo que o habeas corpus não é meio adequado para trancar a ação penal nas circunstâncias dos autos.
- Parties
- Recorrente: JHENIFER DAYANE ALVES DE JESUS; Denunciante: Ministério Público Estadual; Órgão Julgador: Tribunal de Justiça do Estado de Goiás
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 08 August 2024
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento De Recurso Ordinário No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Nego provimento ao recurso
- Legal Topics
- Furto, Princípio Da Insignificância, Trancamento De Ação Penal, Atipicidade, Justa Causa
Case Brief
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Parties
JHENIFER DAYANE ALVES DE JESUS
Recorrente
Ministério Público Estadual
Denunciante
Tribunal de Justiça do Estado de Goiás
Órgão Julgador
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento De Recurso Ordinário No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 possibilidade de trancamento de ação penal por habeas corpus
- 2 aplicabilidade do princípio da insignificância ao furto
- 3 atipicidade material do furto
Ratio Decidendi
Nega-se provimento ao recurso porque não se demonstrou, de pronto e sem exame valorativo exaustivo do conjunto probatório, a atipicidade material do furto por insignificância: o valor subtraído foi considerado significativamente superior ao que pode ser tido como ínfimo e há registro de reincidência em crime patrimonial, de modo que o habeas corpus não é meio adequado para trancar a ação penal nas circunstâncias dos autos.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso
Orders
- Nego provimento ao recurso
- Publique-se
Full Case Text
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