AREsp 1884727 - DECISAO
O Superior Tribunal de Justiça conheceu do agravo e negou provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem corretamente qualificou o crime como furto mediante fraude em razão do uso de dispositivo ('sacola mágica') periciado como eficiente para burlar alarmes, concluiu pela consumação do furto diante da inversão da posse da coisa mesmo que breve, e afastou o privilégio do art.155, §2º do CP por se tratar de qualificadora de natureza subjetiva (fraude).
- Parties
- Agravante: JONAS RONIEL DOS SANTOS FONTELES; Agravado: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios; Interveniente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 September 2021
- Procedural Posture
- Agravo / Decisão No Superior Tribunal De Justiça (conhecimento Do Agravo E Negação De Provimento Ao Recurso Especial)
- Legal Topics
- Furto Qualificado, Fraude, Furto Privilegiado (art.155, §2º Cp), Tentativa De Furto, Consumação Do Furto Por Inversão De Posse, Súmulas Do STJ
Case Brief
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Parties
JONAS RONIEL DOS SANTOS FONTELES
Agravante
Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios
Agravado
Ministério Público Federal
Interveniente
Procedural Posture
Agravo / Decisão No Superior Tribunal De Justiça (conhecimento Do Agravo E Negação De Provimento Ao Recurso Especial)
Legal Issues
- 1 incidência da qualificadora de furto mediante fraude (art.155, §4º, II, CP)
- 2 dichotomia entre furto tentado e consumado na hipótese de breve inversão da posse
- 3 possibilidade de reconhecimento do privilégio do art.155, §2º do CP diante de qualificadora subjetiva
Ratio Decidendi
O Superior Tribunal de Justiça conheceu do agravo e negou provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem corretamente qualificou o crime como furto mediante fraude em razão do uso de dispositivo ('sacola mágica') periciado como eficiente para burlar alarmes, concluiu pela consumação do furto diante da inversão da posse da coisa mesmo que breve, e afastou o privilégio do art.155, §2º do CP por se tratar de qualificadora de natureza subjetiva (fraude).
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