AREsp 1777886 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e manteve-se a inadmissibilidade do recurso especial porque o tribunal a quo, em decisão fundamentada, examinou as provas e concluiu pela tipicidade e responsabilização nos arts. 4º e 5º da Lei nº 7.492/86; as questões suscitadas dependem de revolvimento de matéria fático-probatória vedado em recurso especial (Súmula 7/STJ); ademais, a consunção não se aplicou pois a gestão fraudulenta não se reduziu a atos de apropriação/desvio e o réu, registrado como agente autônomo, atuou em desconformidade com sua autorização, justificando a equiparação à instituição financeira.
- Parties
- Agravante: LUCIANO HENRY LOURENCI; Órgão De Origem: Tribunal de Justiça do Estado do Paraná; Interveniente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 05 February 2021
- Procedural Posture
- Agravo / Conhecido (agravo); Recurso Especial Não Conhecido
- Outcome
- Conheço do agravo e não conheço do recurso especial
- Legal Topics
- Gestão Fraudulenta, Apropriação/desvio De Recursos, Equiparação a Instituição Financeira, Princípio Da Consunção, Inadmissão De Recurso Especial, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
LUCIANO HENRY LOURENCI
Agravante
Tribunal de Justiça do Estado do Paraná
Órgão De Origem
Ministério Público Federal
Interveniente
Procedural Posture
Agravo / Conhecido (agravo); Recurso Especial Não Conhecido
Legal Issues
- 1 aplicação do princípio da consunção entre os artigos 4º e 5º da Lei nº 7.492/86
- 2 equiparação de pessoa natural/pessoa jurídica a instituição financeira (art. 1º, § único, II, Lei nº 7.492/86)
- 3 incidência do art. 5º da Lei nº 7.492/86 e condição de sujeito ativo
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e manteve-se a inadmissibilidade do recurso especial porque o tribunal a quo, em decisão fundamentada, examinou as provas e concluiu pela tipicidade e responsabilização nos arts. 4º e 5º da Lei nº 7.492/86; as questões suscitadas dependem de revolvimento de matéria fático-probatória vedado em recurso especial (Súmula 7/STJ); ademais, a consunção não se aplicou pois a gestão fraudulenta não se reduziu a atos de apropriação/desvio e o réu, registrado como agente autônomo, atuou em desconformidade com sua autorização, justificando a equiparação à instituição financeira.
Court Disposition
Conheço do agravo e não conheço do recurso especial
Orders
- Intimem-se.
Full Case Text
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