AREsp 2593572 - DECISAO
O Tribunal assentou que não houve omissão, obscuridade ou contradição no acórdão recorrido (art. 1.022 CPC/2015) e que a agravante não comprovou estado de miserabilidade apto a justificar a gratuidade de justiça, sendo relevante a DIRF de 2023 (ano-calendário 2022) que apontou rendimentos tributáveis de R$ 116.061,70; além disso, eventual reforma exigiria reexame do conjunto fático-probatório, vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ, motivo pelo qual conheceu-se do agravo e negou-se provimento à parte conhecida do recurso especial.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 June 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Agravo Conhecido E Negado Provimento Na Parte Conhecida
- Legal Topics
- Gratuidade De Justiça, Pessoa Jurídica, Hipossuficiência, Súmula 481/stj, Súmula 7/stj, Art. 1.022 Do Cpc/2015, Art. 99, § 3º, Do Cpc/2015
Case Brief
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Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Agravo Conhecido E Negado Provimento Na Parte Conhecida
Legal Issues
- 1 ofensa ao art. 1.022 do CPC/2015 (omissão)
- 2 concessão de gratuidade de justiça a pessoa jurídica e comprovação da hipossuficiência
- 3 possibilidade de reexame do conjunto fático-probatório em recurso especial (Súmula 7/STJ)
Ratio Decidendi
O Tribunal assentou que não houve omissão, obscuridade ou contradição no acórdão recorrido (art. 1.022 CPC/2015) e que a agravante não comprovou estado de miserabilidade apto a justificar a gratuidade de justiça, sendo relevante a DIRF de 2023 (ano-calendário 2022) que apontou rendimentos tributáveis de R$ 116.061,70; além disso, eventual reforma exigiria reexame do conjunto fático-probatório, vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ, motivo pelo qual conheceu-se do agravo e negou-se provimento à parte conhecida do recurso especial.
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