REsp 2044427 - DECISAO

REsp 2044427 - DECISAO

O STJ confirmou o acórdão do TRF5 ao concluir que não estavam preenchidos os requisitos para reconhecer grupo econômico e responsabilizar solidariamente a PRADA, diante da ausência de quadro societário comum, diferença de objeto social, inexistência de compartilhamento de instalações ou confusão patrimonial e falta de elementos probatórios sobre transferência de mão de obra; assim, reconheceu-se a ilegitimidade passiva da embargante para figurar no polo da execução fiscal. Quanto aos honorários, aplicou-se o critério equitativo previsto no art.85, §8º do CPC/2015, por se tratar da exclusão de parte do polo passivo sem impugnação do crédito tributário, fixando-os em R$ 10.000,00, e majorou...

Parties
Embargante/recorrente: PRADA INCORPORACAO IMOBILIARIA LTDA; Exequente/recorrente: FAZENDA NACIONAL; Executada Originária: Distribuidora Patriota Ltda
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
06 December 2024
Procedural Posture
Embargos À Execução Fiscal (recurso Especial) / Julgamento De Recurso Especial Pelo Superior Tribunal De Justiça
Outcome
Negado provimento aos recursos especiais interpostos por PRADA INCORPORACAO IMOBILIARIA LTDA e pela FAZENDA NACIONAL; mantido o acórdão do TRF5 que reconheceu a ilegitimidade passiva da embargante e fixou honorários em R$ 10.000,00; majorados em 10% os honorários sucumbenciais em desfavor da Fazenda Nacional.
Legal Topics
Grupo Econômico, Responsabilidade Tributária Solidária, Desconsideração Da Personalidade Jurídica, Ilegitimidade Passiva, Honorários Advocatícios

Case Brief

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Parties

PRADA INCORPORACAO IMOBILIARIA LTDA

Embargante/recorrente

FAZENDA NACIONAL

Exequente/recorrente

Distribuidora Patriota Ltda

Executada Originária

Procedural Posture

Embargos À Execução Fiscal (recurso Especial) / Julgamento De Recurso Especial Pelo Superior Tribunal De Justiça

  1. 1 ilegitimidade para figurar no polo passivo da execução fiscal
  2. 2 reconhecimento de grupo econômico e responsabilidade solidária (art.124 CTN e art.50 CC)
  3. 3 prescrição do redirecionamento da execução fiscal

Ratio Decidendi

O STJ confirmou o acórdão do TRF5 ao concluir que não estavam preenchidos os requisitos para reconhecer grupo econômico e responsabilizar solidariamente a PRADA, diante da ausência de quadro societário comum, diferença de objeto social, inexistência de compartilhamento de instalações ou confusão patrimonial e falta de elementos probatórios sobre transferência de mão de obra; assim, reconheceu-se a ilegitimidade passiva da embargante para figurar no polo da execução fiscal. Quanto aos honorários, aplicou-se o critério equitativo previsto no art.85, §8º do CPC/2015, por se tratar da exclusão de parte do polo passivo sem impugnação do crédito tributário, fixando-os em R$ 10.000,00, e majorou...

Court Disposition

Negado provimento aos recursos especiais interpostos por PRADA INCORPORACAO IMOBILIARIA LTDA e pela FAZENDA NACIONAL; mantido o acórdão do TRF5 que reconheceu a ilegitimidade passiva da embargante e fixou honorários em R$ 10.000,00; majorados em 10% os honorários sucumbenciais em desfavor da Fazenda Nacional.

Orders

  • Negar provimento ao recurso especial interposto por PRADA INCORPORACAO IMOBILIARIA LTDA
  • Conhecer do agravo interposto pela FAZENDA NACIONAL e negar provimento ao seu recurso especial