RHC 150867 - DECISAO
As matérias substanciais suscitadas pelo recorrente (excesso de prazo, ausência de revisão nonagesimal, contemporaneidade, risco por Covid-19) não foram objeto de deliberação pelo Tribunal de origem, razão pela qual sua apreciação importaria supressão de instância; ademais, a decisão que decretou a prisão preventiva contém fundamentação idônea, com elementos concretos (indícios fortes de autoria, modus operandi, reiteração delitiva e processos em curso) que justificam a manutenção da custódia nos termos do art. 312 do CPP, não restando configurada ilegalidade flagrante a ser reparada por este Tribunal.
- Parties
- Recorrente: GIVALDO FERREIRA DOS SANTOS; Órgão Prolator Do Acórdão: Tribunal de Justiça do Estado da Bahia
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 20 August 2021
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Monocrática: Conheço Parcialmente E Nego Provimento
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Fundamentação Da Prisão Cautelar, Revisão Nonagesimal, Excesso De Prazo Na Formação Da Culpa, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Supressão De Instância, Pandemia Da Covid 19
Case Brief
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Parties
GIVALDO FERREIRA DOS SANTOS
Recorrente
Tribunal de Justiça do Estado da Bahia
Órgão Prolator Do Acórdão
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Monocrática: Conheço Parcialmente E Nego Provimento
Legal Issues
- 1 excesso de prazo na formação da culpa
- 2 ausência de revisão nonagesimal do decreto constritivo
- 3 ausência de contemporaneidade dos fundamentos da prisão preventiva
Ratio Decidendi
As matérias substanciais suscitadas pelo recorrente (excesso de prazo, ausência de revisão nonagesimal, contemporaneidade, risco por Covid-19) não foram objeto de deliberação pelo Tribunal de origem, razão pela qual sua apreciação importaria supressão de instância; ademais, a decisão que decretou a prisão preventiva contém fundamentação idônea, com elementos concretos (indícios fortes de autoria, modus operandi, reiteração delitiva e processos em curso) que justificam a manutenção da custódia nos termos do art. 312 do CPP, não restando configurada ilegalidade flagrante a ser reparada por este Tribunal.
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