HC 595275 - DECISAO
O habeas corpus não foi conhecido por ser substitutivo de recurso próprio e, subsidiariamente, não se reconheceu ilegalidade flagrante: a prisão preventiva foi mantida porque estava adequadamente fundamentada nos termos do art. 312 do CPP pela gravidade concreta do latrocínio, periculosidade e modus operandi, o paciente permaneceu preso durante a instrução e foi condenado a pena elevada (25 anos e 8 meses), a execução provisória da pena não viola a presunção de inocência nas circunstâncias indicadas e não houve comprovação de hipóteses previstas na Recomendação CNJ n. 62/2020 que autorizassem prisão domiciliar.
- Parties
- Paciente: LUCAS ALVES DA SILVA; Impetrado: Tribunal de Justiça do Estado de Goiás; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 September 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Não Conhecido Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- habeas corpus não conhecido pelo Superior Tribunal de Justiça
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Execução Provisória Da Pena, Latrocínio, Prisão Domiciliar, Recomendação CNJ 62/2020, Presunção De Inocência, Direito De Recorrer Em Liberdade
Case Brief
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Parties
LUCAS ALVES DA SILVA
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de Goiás
Impetrado
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Não Conhecido Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 admissibilidade do habeas corpus substitutivo de recurso próprio
- 2 fundamentação da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP
- 3 manutenção da custódia cautelar após sentença quando o réu permaneceu preso durante a instrução
Ratio Decidendi
O habeas corpus não foi conhecido por ser substitutivo de recurso próprio e, subsidiariamente, não se reconheceu ilegalidade flagrante: a prisão preventiva foi mantida porque estava adequadamente fundamentada nos termos do art. 312 do CPP pela gravidade concreta do latrocínio, periculosidade e modus operandi, o paciente permaneceu preso durante a instrução e foi condenado a pena elevada (25 anos e 8 meses), a execução provisória da pena não viola a presunção de inocência nas circunstâncias indicadas e não houve comprovação de hipóteses previstas na Recomendação CNJ n. 62/2020 que autorizassem prisão domiciliar.
Court Disposition
habeas corpus não conhecido pelo Superior Tribunal de Justiça
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
Full Case Text
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