HC 665017 - DECISAO
A ordem foi denegada porque o reconhecimento fotográfico, realizado na fase policial, foi corroborado e ratificado em juízo e integrado ao conjunto probatório (testemunha protegida, vítimas que assistiram às filmagens, relatório de investigação e depoimento policial); a inobservância integral do art. 226 do CPP não acarreta, por si só, nulidade; ademais, o habeas corpus não é a via adequada para reexame do conjunto fático-probatório, de modo que não se verificou constrangimento ilegal ou insuficiência de provas que justifique a concessão da ordem.
- Parties
- Paciente: HURAN MACHADO NOVAES; Paciente: VINICIUS GUINOZZI NEVES; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (Apelação n. 1503518-41.2018.8.26.0050); Interveniente (opinia Pelo Não Conhecimento): Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 05 October 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória (liminar Indeferida; Ordem Denegada)
- Outcome
- Denego a ordem de habeas corpus.
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Reconhecimento Fotográfico, Art. 226 Do CPP, Prova Testemunhal, In Dubio Pro Reo, Nulidade Processual, Art. 157, § 2º, II, CP, Art. 386, VII, CPP
Case Brief
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Parties
HURAN MACHADO NOVAES
Paciente
VINICIUS GUINOZZI NEVES
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (Apelação n. 1503518-41.2018.8.26.0050)
Autoridade Coatora
Ministério Público Federal
Interveniente (opinia Pelo Não Conhecimento)
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória (liminar Indeferida; Ordem Denegada)
Legal Issues
- 1 Se o reconhecimento fotográfico realizado na fase policial, sem observância integral do art. 226 do CPP, acarreta nulidade do processo
- 2 Se há provas suficientes para condenação ou se configura a aplicação do princípio in dubio pro reo
- 3 Se o habeas corpus é via adequada para reexame do conjunto fático-probatório
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque o reconhecimento fotográfico, realizado na fase policial, foi corroborado e ratificado em juízo e integrado ao conjunto probatório (testemunha protegida, vítimas que assistiram às filmagens, relatório de investigação e depoimento policial); a inobservância integral do art. 226 do CPP não acarreta, por si só, nulidade; ademais, o habeas corpus não é a via adequada para reexame do conjunto fático-probatório, de modo que não se verificou constrangimento ilegal ou insuficiência de provas que justifique a concessão da ordem.
Court Disposition
Denego a ordem de habeas corpus.
Orders
- Denego a ordem de habeas corpus.
- Publique-se.
Full Case Text
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