RHC 151840 - DECISAO
O Tribunal entendeu que não houve constrangimento ilegal porque o juízo de primeiro grau manteve e complementou medidas cautelares previamente fixadas em razão do fumus comissi delicti e da necessidade de garantia da aplicação da lei penal; considerou que a referência ao Juízo de Execuções na decisão do STF foi erro material e que o juízo da 2ª Vara Criminal de Castanhal é competente para aplicar as medidas, inclusive com fundamento no art. 318-B do CPP; por essas razões, conheceu do habeas corpus e denegou a ordem.
- Parties
- Paciente/recorrente: Priscila Machado Borges; Órgão Ministerial/manifestante: Ministério Público Federal; Autoridade Coatora: Juízo da 2ª Vara Criminal de Castanhal/PA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 October 2021
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito (conhecimento E Denegação/negação De Provimento)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Prisão Domiciliar, Monitoramento Eletrônico, Competência Para Imposição De Medidas Cautelares, Fundamentação Das Decisões
Case Brief
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Parties
Priscila Machado Borges
Paciente/recorrente
Ministério Público Federal
Órgão Ministerial/manifestante
Juízo da 2ª Vara Criminal de Castanhal/PA
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito (conhecimento E Denegação/negação De Provimento)
Legal Issues
- 1 Ilegitimidade/ilegalidade da imposição de medidas cautelares de ofício pelo juízo de conhecimento após determinação do STF
- 2 Competência do Juízo de Execuções Penais versus juízo de primeiro grau para adoção de outras medidas cautelares
- 3 Suficiência da fundamentação para imposição de monitoramento eletrônico e demais medidas cautelares
Ratio Decidendi
O Tribunal entendeu que não houve constrangimento ilegal porque o juízo de primeiro grau manteve e complementou medidas cautelares previamente fixadas em razão do fumus comissi delicti e da necessidade de garantia da aplicação da lei penal; considerou que a referência ao Juízo de Execuções na decisão do STF foi erro material e que o juízo da 2ª Vara Criminal de Castanhal é competente para aplicar as medidas, inclusive com fundamento no art. 318-B do CPP; por essas razões, conheceu do habeas corpus e denegou a ordem.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso em habeas corpus
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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