RHC 156367 - DECISAO

RHC 156367 - DECISAO

Não houve flagrante ilegalidade por excesso de prazo porque os atrasos decorreram da ausência de testemunhas e da não condução do réu pela SUSEPE, não sendo imputável inércia à autoridade; contudo, determinou-se maior celeridade na instrução e a reapreciação da prisão preventiva, mantendo-se esta por ora em razão do grau de periculosidade.

Parties
Paciente: LEO HENRIQUE NUNES DA SILVA; Tribunal De Origem: Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
09 November 2021
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão
Outcome
parcial provimento
Legal Topics
Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Excesso De Prazo, Instrução Criminal, Medidas Cautelares Alternativas

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Parties

LEO HENRIQUE NUNES DA SILVA

Paciente

Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul

Tribunal De Origem

Procedural Posture

Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão

  1. 1 excesso de prazo na formação da culpa
  2. 2 legalidade e necessidade da prisão preventiva
  3. 3 celeridade processual

Ratio Decidendi

Não houve flagrante ilegalidade por excesso de prazo porque os atrasos decorreram da ausência de testemunhas e da não condução do réu pela SUSEPE, não sendo imputável inércia à autoridade; contudo, determinou-se maior celeridade na instrução e a reapreciação da prisão preventiva, mantendo-se esta por ora em razão do grau de periculosidade.

Court Disposition

parcial provimento

Orders

  • determinar ao juízo da 1ª Vara da Criminal da Comarca de Cachoeirinha maior celeridade na instrução do feito
  • determinar a reapreciação da prisão preventiva, mantendo-se, no momento, a prisão preventiva