RHC 192349 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso em habeas corpus porque a manutenção da prisão preventiva foi devidamente fundamentada pela instância de origem com base na multirreincidência do paciente, sua extensa ficha de antecedentes e o risco concreto de reiteração delitiva, tornando adequada a custódia cautelar e afastando a alegação de constrangimento ilegal.
- Parties
- Impetrante: DIEGO PAULO DA SILVA SANTOS; Órgão Julgador: Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 February 2024
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento De Mérito
- Outcome
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Reincidência, Reiteração Delitiva, Fundamentação Da Custódia Cautelar, Medidas Cautelares Alternativas, Ordem Pública
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
DIEGO PAULO DA SILVA SANTOS
Impetrante
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
Órgão Julgador
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento De Mérito
Legal Issues
- 1 ilegalidade da decretação de prisão de ofício na sentença
- 2 manutenção da prisão preventiva por risco de reiteração delitiva
- 3 exigência de fundamentação concreta para custódia cautelar
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso em habeas corpus porque a manutenção da prisão preventiva foi devidamente fundamentada pela instância de origem com base na multirreincidência do paciente, sua extensa ficha de antecedentes e o risco concreto de reiteração delitiva, tornando adequada a custódia cautelar e afastando a alegação de constrangimento ilegal.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
Orders
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment