HC 748702 - DECISAO
Não se vislumbrou flagrante ilegalidade: as instâncias ordinárias demonstraram existência de fundadas razões para ingresso domiciliar porque o paciente, flagrado com drogas na via pública, indicou a existência de entorpecentes em sua residência; assim, as provas foram consideradas lícitas e o habeas corpus não é via adequada para reexame do conjunto fático-probatório, tampouco para modificar a dosimetria adotada, que se mostrou fundamentada e discricionária.
- Parties
- Paciente: SERGIO FURTADO ALVES JUNIOR; Órgão Julgador: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 20 March 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória
- Outcome
- denego a ordem de habeas corpus
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Tráfico De Drogas, Busca Domiciliar, Flagrante, Provas Ilícitas, Trânsito Em Julgado, Dosimetria Da Pena, Tráfico Privilegiado
Case Brief
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Parties
SERGIO FURTADO ALVES JUNIOR
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA
Órgão Julgador
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 ilegalidade da busca domiciliar sem mandado
- 2 caracterização de flagrante em crime de natureza permanente
- 3 aplicação da causa de diminuição do art. 33, § 4º da Lei n. 11.343/2006 (tráfico privilegiado)
Ratio Decidendi
Não se vislumbrou flagrante ilegalidade: as instâncias ordinárias demonstraram existência de fundadas razões para ingresso domiciliar porque o paciente, flagrado com drogas na via pública, indicou a existência de entorpecentes em sua residência; assim, as provas foram consideradas lícitas e o habeas corpus não é via adequada para reexame do conjunto fático-probatório, tampouco para modificar a dosimetria adotada, que se mostrou fundamentada e discricionária.
Court Disposition
denego a ordem de habeas corpus
Orders
- Ordem denegada
- Publique-se
Full Case Text
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