HC 899319 - DECISAO
Não conheço do habeas corpus porque, no mérito, a jurisprudência consolidada do STJ e os elementos constantes dos autos permitem concluir que a submissão voluntária ao etilômetro não impõe, por si só, o reconhecimento da atenuante inominada do art. 66 do CP; a instância a quo fundamentou adequadamente a recusa com base em outros elementos probatórios (depoimentos, sinais visíveis de embriaguez, auto de exame e confissão) e a dosimetria da pena é discricionária, sendo vedado ao STJ reformar livremente o conjunto fático-probatório (Súmula 7/STJ).
- Parties
- Paciente: ODAIR CURT KRUGER; Órgão Prolator Do Acórdão: Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 March 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento Do Habeas Corpus
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Atenuante Inominada (art. 66 Cp), Embriaguez Ao Volante (art. 306 Ctb), Dosimetria Da Pena, Súmula 7/stj, Princípio Da Razoável Duração Do Processo
Case Brief
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Parties
ODAIR CURT KRUGER
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina
Órgão Prolator Do Acórdão
Procedural Posture
Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento Do Habeas Corpus
Legal Issues
- 1 reconhecimento da atenuante inominada prevista no art. 66 do Código Penal em razão da submissão voluntária ao teste de alcoolemia
- 2 admissibilidade do habeas corpus como substitutivo de recurso especial
- 3 discricionariedade judicial na dosimetria da pena e limites para revisão (Súmula 7/STJ)
Ratio Decidendi
Não conheço do habeas corpus porque, no mérito, a jurisprudência consolidada do STJ e os elementos constantes dos autos permitem concluir que a submissão voluntária ao etilômetro não impõe, por si só, o reconhecimento da atenuante inominada do art. 66 do CP; a instância a quo fundamentou adequadamente a recusa com base em outros elementos probatórios (depoimentos, sinais visíveis de embriaguez, auto de exame e confissão) e a dosimetria da pena é discricionária, sendo vedado ao STJ reformar livremente o conjunto fático-probatório (Súmula 7/STJ).
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