RHC 207846 - DECISAO
Negou-se a ordem porque a prisão preventiva foi devidamente fundamentada com base em prova da materialidade e indícios suficientes de autoria, existindo risco concreto ao periculum libertatis (o paciente estaria foragido desde 26/05/2023 e ostentaria outros mandados de prisão), bem como gravidade concreta e risco de reiteração delitiva em razão da alegada liderança em organização criminosa transnacional; a contemporaneidade foi analisada à luz da necessidade da medida no momento da decretação; medidas cautelares diversas foram consideradas insuficientes.
- Parties
- Recorrente/paciente: ANTONIO JOAQUIM MENDES GONCALVES DA MOTA; Órgão Prolator Do Acórdão Recorrido: Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso do Sul
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 November 2024
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Monocrática Proferida Pelo Relator No Superior Tribunal De Justiça
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Organização Criminosa, Tráfico De Drogas, Contemporaneidade Da Prisão Preventiva, Garantia Da Ordem Pública, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão
Case Brief
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Parties
ANTONIO JOAQUIM MENDES GONCALVES DA MOTA
Recorrente/paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso do Sul
Órgão Prolator Do Acórdão Recorrido
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Monocrática Proferida Pelo Relator No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 presença dos requisitos do art. 312 do Código de Processo Penal para a decretação da prisão preventiva
- 2 contemporaneidade da prisão preventiva diante de fatos pretéritos
- 3 suficiência de prova da materialidade e indícios de autoria
Ratio Decidendi
Negou-se a ordem porque a prisão preventiva foi devidamente fundamentada com base em prova da materialidade e indícios suficientes de autoria, existindo risco concreto ao periculum libertatis (o paciente estaria foragido desde 26/05/2023 e ostentaria outros mandados de prisão), bem como gravidade concreta e risco de reiteração delitiva em razão da alegada liderança em organização criminosa transnacional; a contemporaneidade foi analisada à luz da necessidade da medida no momento da decretação; medidas cautelares diversas foram consideradas insuficientes.
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