RHC 207962 - DECISAO
Conheceu-se parcialmente do habeas corpus e, nessa parte, negou-se provimento porque a arguição relativa à monitoração eletrônica constituiu reiteração de pedido já decidido (HC n. 956.729/PR), a alegação de excesso de prazo para oferecimento da denúncia não foi examinada pela Corte estadual, o que impede sua análise pelo STJ por supressão de instância, e não há nos autos prova de que o uso da tornozeleira eletrônica agrava a saúde da gestante, lembrando-se que o habeas corpus não admite revolvimento fático-probatório.
- Parties
- Impetrante/paciente: KETHLIN CORREA DE OLIVEIRA; Recorrido/órgão Prolator Do Acórdão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ; Manifestante: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 December 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Julgado No Superior Tribunal De Justiça (conhecimento Em Parte E Negar Provimento Na Parte Conhecida)
- Outcome
- conheço em parte do recurso em habeas corpus e, na parte conhecida, nego provimento
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Medidas Cautelares, Monitoramento Eletrônico, Prisão Preventiva, Prisão Domiciliar, Excesso De Prazo Para Oferecimento Da Denúncia, Gestante
Case Brief
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Parties
KETHLIN CORREA DE OLIVEIRA
Impetrante/paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ
Recorrido/órgão Prolator Do Acórdão
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Manifestante
Procedural Posture
Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Julgado No Superior Tribunal De Justiça (conhecimento Em Parte E Negar Provimento Na Parte Conhecida)
Legal Issues
- 1 Legalidade da monitoração eletrônica como medida cautelar
- 2 Reiteração de pedido já apreciado em outro habeas corpus (HC n. 956.729/PR)
- 3 Possibilidade de exame de excesso de prazo para oferecimento da denúncia pelo STJ
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do habeas corpus e, nessa parte, negou-se provimento porque a arguição relativa à monitoração eletrônica constituiu reiteração de pedido já decidido (HC n. 956.729/PR), a alegação de excesso de prazo para oferecimento da denúncia não foi examinada pela Corte estadual, o que impede sua análise pelo STJ por supressão de instância, e não há nos autos prova de que o uso da tornozeleira eletrônica agrava a saúde da gestante, lembrando-se que o habeas corpus não admite revolvimento fático-probatório.
Court Disposition
conheço em parte do recurso em habeas corpus e, na parte conhecida, nego provimento
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
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Judgment text and source record
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