HC 943544 - DECISAO
O Superior Tribunal de Justiça não conheceu do habeas corpus porque não identificou flagrante ilegalidade apta a autorizar a concessão de ofício; as instâncias ordinárias fundaram a conversão da prisão em flagrante em preventiva com base em prova da materialidade e indícios de autoria (reconhecimento da vítima, apreensão do bem) e na gravidade concreta da conduta (invasão de domicílio, destruição de obstáculo, bem de valor R$ 2.000,00), caracterizando periculosidade concreta e risco de reiteração delitiva, de modo que as medidas cautelares diversas foram reputadas insuficientes perante os requisitos do art. 312 do CPP.
- Parties
- Paciente: CLAUDIO SILVA JÚNIOR; Órgão Coator: Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro; Órgão Ministerial: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 December 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Não Conhecimento (decisão Proferida Pelo Stj, Art. 34, Xx, RI Stj)
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Prisão Em Flagrante, Audiência De Custódia, Fumus Comissi Delicti, Periculum Libertatis, Princípio Da Homogeneidade, Medidas Cautelares Pessoais Diversas
Case Brief
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Parties
CLAUDIO SILVA JÚNIOR
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro
Órgão Coator
Ministério Público Federal
Órgão Ministerial
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecimento (decisão Proferida Pelo Stj, Art. 34, Xx, RI Stj)
Legal Issues
- 1 ilegalidade da prisão em flagrante/ausência de situação flagrancial
- 2 conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva e requisitos do art. 312 do CPP
- 3 necessidade da prisão preventiva para garantia da ordem pública/perigo de reiteração delitiva
Ratio Decidendi
O Superior Tribunal de Justiça não conheceu do habeas corpus porque não identificou flagrante ilegalidade apta a autorizar a concessão de ofício; as instâncias ordinárias fundaram a conversão da prisão em flagrante em preventiva com base em prova da materialidade e indícios de autoria (reconhecimento da vítima, apreensão do bem) e na gravidade concreta da conduta (invasão de domicílio, destruição de obstáculo, bem de valor R$ 2.000,00), caracterizando periculosidade concreta e risco de reiteração delitiva, de modo que as medidas cautelares diversas foram reputadas insuficientes perante os requisitos do art. 312 do CPP.
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