HC 982514 - DECISAO
Conheceu-se parcialmente do habeas corpus e denegou-se a ordem porque a manutenção da prisão preventiva do paciente encontra-se fundamentada em elementos concretos constantes dos autos (indícios de autoria e materialidade), no preenchimento dos requisitos dos arts. 312 e 313 do CPP, na gravidade concreta do crime e no modus operandi que demonstram risco à ordem pública, sendo insuficientes as condições pessoais favoráveis para revogar a custódia ou justificar medidas cautelares diversas; ademais, o habeas corpus não é via adequada para reexame de matéria fático-probatória.
- Parties
- Paciente: ITAMAR SILVA DE SOUZA; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS; Co Denunciada / Coautora Intelectual: SANDRA ROSA DE SOUZA; Co Denunciado: CLEVERTON RANGEL DA SILVA; Co Denunciado: MATHEUS CRUZ DOS SANTOS; Co Denunciado: CARLOS EDUARDO SOUZA SILVA; Co Denunciado: JOSÉ VICTOR GARCIA DA COSTA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 24 February 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Conhecimento Parcial E Denegação Da Ordem (decisão Denegatória)
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Homicídio Qualificado, Medidas Cautelares, Autoridade Coatora, Indícios De Autoria
Case Brief
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Parties
ITAMAR SILVA DE SOUZA
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Autoridade Coatora
SANDRA ROSA DE SOUZA
Co Denunciada / Coautora Intelectual
CLEVERTON RANGEL DA SILVA
Co Denunciado
MATHEUS CRUZ DOS SANTOS
Co Denunciado
CARLOS EDUARDO SOUZA SILVA
Co Denunciado
JOSÉ VICTOR GARCIA DA COSTA
Co Denunciado
Procedural Posture
Habeas Corpus / Conhecimento Parcial E Denegação Da Ordem (decisão Denegatória)
Legal Issues
- 1 legitimidade e fundamentação da decretação e manutenção da prisão preventiva
- 2 alegação de ausência de autoria e ausência de fundamentação concreta do decreto prisional
- 3 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do habeas corpus e denegou-se a ordem porque a manutenção da prisão preventiva do paciente encontra-se fundamentada em elementos concretos constantes dos autos (indícios de autoria e materialidade), no preenchimento dos requisitos dos arts. 312 e 313 do CPP, na gravidade concreta do crime e no modus operandi que demonstram risco à ordem pública, sendo insuficientes as condições pessoais favoráveis para revogar a custódia ou justificar medidas cautelares diversas; ademais, o habeas corpus não é via adequada para reexame de matéria fático-probatória.
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