RHC 164408 - DECISAO
Não se vislumbra constrangimento ilegal nem violação do princípio do promotor natural, pois não há indicação de designação casuística ou intuito de favorecer/prejudicar; a jurisprudência consolidada do STJ e a regulamentação (Resolução nº 1.801/2007) legitimam a atuação dos promotores do GAECO no oferecimento da denúncia, assim o recurso ordinário é negado.
- Parties
- Recorrente: JEAN CARLOS SIMÕES; Recorrente: OSEIAS DE OLIVEIRA SANTOS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 March 2025
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Final Negar Provimento
- Outcome
- nego provimento ao recurso ordinário
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Princípio Do Promotor Natural, Atribuição Do Ministério Público, GAECO, Oferecimento De Denúncia
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
JEAN CARLOS SIMÕES
Recorrente
OSEIAS DE OLIVEIRA SANTOS
Recorrente
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Final Negar Provimento
Legal Issues
- 1 legitimidade da atuação de promotores do GAECO no oferecimento de denúncia contra policiais militares
- 2 alegada violação ao princípio do promotor natural
- 3 admissibilidade do habeas corpus como meio para atacar a atuação do Ministério Público
Ratio Decidendi
Não se vislumbra constrangimento ilegal nem violação do princípio do promotor natural, pois não há indicação de designação casuística ou intuito de favorecer/prejudicar; a jurisprudência consolidada do STJ e a regulamentação (Resolução nº 1.801/2007) legitimam a atuação dos promotores do GAECO no oferecimento da denúncia, assim o recurso ordinário é negado.
Court Disposition
nego provimento ao recurso ordinário
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment