HC 986986 - DECISAO
Não conheceu-se do habeas corpus como substitutivo de recurso próprio e, no exame de mérito, não se identificou flagrante ilegalidade: o Ministério Público requereu medidas cautelares e o juiz, ao fundamentar que as medidas do art. 319 do CPP eram insuficientes diante da gravidade concreta do delito e periculosidade demonstrada (quantidade e natureza da droga), corretamente converteu a prisão em flagrante em preventiva com base nos requisitos do art. 312 do CPP; assim, a ordem foi denegada e mantida a prisão preventiva da paciente.
- Parties
- Paciente: RAQUEL ELIAS DOS SANTOS; Órgão Julgador: Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba; Juízo De Origem: Juízo da 2ª Vara Regional das Garantias da Comarca de João Pessoa-PB; Fiscal Da Lei / Opinante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 April 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória
- Outcome
- Ordem denegada. Mantida a prisão preventiva da paciente.
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Conversão De Prisão Em Flagrante, Medidas Cautelares, Súmula 676 Do STJ
Case Brief
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Parties
RAQUEL ELIAS DOS SANTOS
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba
Órgão Julgador
Juízo da 2ª Vara Regional das Garantias da Comarca de João Pessoa-PB
Juízo De Origem
Ministério Público Federal
Fiscal Da Lei / Opinante
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 Possibilidade de conversão de prisão em flagrante em prisão preventiva quando o Ministério Público requereu medidas cautelares
- 2 Se a conversão caracterizou decretação de ofício e violação do art. 311 do CPP e da Súmula 676 do STJ
- 3 Necessidade de fundamentação para conversão da prisão e insuficiência de medidas alternativas
Ratio Decidendi
Não conheceu-se do habeas corpus como substitutivo de recurso próprio e, no exame de mérito, não se identificou flagrante ilegalidade: o Ministério Público requereu medidas cautelares e o juiz, ao fundamentar que as medidas do art. 319 do CPP eram insuficientes diante da gravidade concreta do delito e periculosidade demonstrada (quantidade e natureza da droga), corretamente converteu a prisão em flagrante em preventiva com base nos requisitos do art. 312 do CPP; assim, a ordem foi denegada e mantida a prisão preventiva da paciente.
Court Disposition
Ordem denegada. Mantida a prisão preventiva da paciente.
Orders
- Ordem denegada
- Mantida a prisão preventiva da paciente
Full Case Text
Judgment text and source record
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