RHC 212259 - DECISAO
O recurso foi negado porque as questões de excesso de prazo e de desclassificação não são apreciáveis na via eleita (exigindo prequestionamento ou reexame probatório), e porque a prisão preventiva mostrou-se regularmente fundamentada nos termos do art. 312 do CPP, diante da gravidade concreta do fato, da periculosidade da recorrente (multirreincidência, condenações anteriores e prática do crime durante cumprimento de pena domiciliar) e da insuficiência de medidas cautelares alternativas para resguardar a ordem pública.
- Parties
- Recorrente / Paciente: TATIANE MACEDO DE ANDRADE; Tribunal De Origem: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios; Interveniente (parecer): Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 April 2025
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (decisão De Mérito)
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Excesso De Prazo Para Formação Da Culpa, Desclassificação De Crime, Medidas Cautelares Alternativas, Periculosidade, Gravidade Concreta
Case Brief
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Parties
TATIANE MACEDO DE ANDRADE
Recorrente / Paciente
Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios
Tribunal De Origem
Ministério Público Federal
Interveniente (parecer)
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (decisão De Mérito)
Legal Issues
- 1 admissibilidade de alegação de excesso de prazo não prequestionada
- 2 possibilidade de desclassificação na via do habeas corpus
- 3 fundamentação concreta exigida para a manutenção da prisão preventiva
Ratio Decidendi
O recurso foi negado porque as questões de excesso de prazo e de desclassificação não são apreciáveis na via eleita (exigindo prequestionamento ou reexame probatório), e porque a prisão preventiva mostrou-se regularmente fundamentada nos termos do art. 312 do CPP, diante da gravidade concreta do fato, da periculosidade da recorrente (multirreincidência, condenações anteriores e prática do crime durante cumprimento de pena domiciliar) e da insuficiência de medidas cautelares alternativas para resguardar a ordem pública.
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