HC 917362 - ACORDAO
O agravo regimental foi negado porque o acórdão atacado já havia transitado em julgado em 24/5/2021, o que torna inviável o conhecimento do habeas corpus quando este é manejado como substitutivo de revisão criminal, em razão da competência estabelecida pelo art. 105, I, "e", da CF; não há flagrante ilegalidade apta a autorizar a ordem, uma vez que a instância de origem afastou legitimamente a minorante do art. 33, § 4º, da Lei n. 11.343/2006 com base em fundamentos compatíveis com a jurisprudência vigente então; ademais, alegações referentes à valoração negativa do vetor personalidade não foram apreciadas na origem, de modo que seu exame aqui implicaria supressão de instância.
- Parties
- Agravante: FRANCISCA AITALA RODRIGUES FREIRE
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 May 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Habeas Corpus / Julgamento
- Outcome
- negado provimento ao agravo regimental
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Revisão Criminal, Competência Do Superior Tribunal De Justiça, Pena Base, Tráfico Privilegiado (art. 33, § 4º, Lei N. 11.343/2006), Trânsito Em Julgado, Supressão De Instância, Valoração Do Vetor Personalidade
Case Brief
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Parties
FRANCISCA AITALA RODRIGUES FREIRE
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental No Habeas Corpus / Julgamento
Legal Issues
- 1 Admissibilidade de habeas corpus após trânsito em julgado quando usado como substitutivo de revisão criminal
- 2 Aplicação ou afastamento da causa de diminuição do art. 33, § 4º, da Lei n. 11.343/2006
- 3 Possibilidade de utilização de inquéritos e/ou ações penais em curso para afastar redutora do tráfico privilegiado à época da condenação
Ratio Decidendi
O agravo regimental foi negado porque o acórdão atacado já havia transitado em julgado em 24/5/2021, o que torna inviável o conhecimento do habeas corpus quando este é manejado como substitutivo de revisão criminal, em razão da competência estabelecida pelo art. 105, I, "e", da CF; não há flagrante ilegalidade apta a autorizar a ordem, uma vez que a instância de origem afastou legitimamente a minorante do art. 33, § 4º, da Lei n. 11.343/2006 com base em fundamentos compatíveis com a jurisprudência vigente então; ademais, alegações referentes à valoração negativa do vetor personalidade não foram apreciadas na origem, de modo que seu exame aqui implicaria supressão de instância.
Court Disposition
negado provimento ao agravo regimental
Orders
- Negou provimento ao agravo regimental.
Full Case Text
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