HC 996535 - ACORDAO
Denegou-se a ordem porque não há ilegalidade flagrante a justificar o habeas corpus como substitutivo de recurso; o Tribunal de origem motivou adequadamente a manutenção da prisão preventiva com base na gravidade concreta do crime e no risco de reiteração delitiva (condenação anterior por latrocínio), o incidente de insanidade mental está instaurado e o exame pericial ainda não foi realizado (estando agendado), de modo que não cabe ao STJ determinar internamento antes do resultado da perícia; ademais, a alegação de excesso de prazo não foi examinada na origem (supressão de instância).
- Parties
- Paciente: DIOGO MELRO CAMPOS; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE ALAGOAS (HC n. 812844-78.2024.8.02.0000)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 August 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Decisão Colegiada Ordem Denegada (sessão Virtual Da Sexta Turma)
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Incidente De Insanidade Mental, Internamento, Excesso De Prazo, Supressão De Instância, Medidas Cautelares
Case Brief
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Parties
DIOGO MELRO CAMPOS
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE ALAGOAS (HC n. 812844-78.2024.8.02.0000)
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Decisão Colegiada Ordem Denegada (sessão Virtual Da Sexta Turma)
Legal Issues
- 1 Possibilidade de substituição da prisão preventiva por medida de internamento nos termos do art.150 do CPP e da Resolução 487/2023 do CNJ
- 2 Excesso de prazo para realização do exame de insanidade mental
- 3 Adequação do habeas corpus como via substitutiva de recurso ordinário ou especial
Ratio Decidendi
Denegou-se a ordem porque não há ilegalidade flagrante a justificar o habeas corpus como substitutivo de recurso; o Tribunal de origem motivou adequadamente a manutenção da prisão preventiva com base na gravidade concreta do crime e no risco de reiteração delitiva (condenação anterior por latrocínio), o incidente de insanidade mental está instaurado e o exame pericial ainda não foi realizado (estando agendado), de modo que não cabe ao STJ determinar internamento antes do resultado da perícia; ademais, a alegação de excesso de prazo não foi examinada na origem (supressão de instância).
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