RHC 218791 - DECISAO
A manutenção da prisão preventiva foi confirmada porque está fundada em elementos concretos extraídos dos autos (materialidade, indícios de autoria, provas colhidas, modus operandi), na periculosidade do agente demonstrada pela reiteração delitiva e antecedentes, e na condição de foragido que autorizou dilação processual; não se verificou excesso de prazo na formação da culpa diante da complexidade do feito, da atuação das partes, da ausência de desídia do Poder Judiciário e da iminente conclusão da instrução, razão pela qual o recurso em habeas corpus foi denegado.
- Parties
- Paciente/recorrente: DIÔNATAN NASCIMENTO DE MIRANDA; Autoridade Coatora: Juízo da 1ª Vara Judicial da Comarca de Guaporé/RS; Órgão Julgador De Origem: Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (HC 5100354-64.2025.8.21.7000); Órgão Ministerial: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 07 August 2025
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento De Mérito (decisão Denegatória Pelo Stj)
- Outcome
- nego provimento ao recurso
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Excesso De Prazo Na Formação Da Culpa, Garantia Da Ordem Pública, Medidas Cautelares
Case Brief
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Parties
DIÔNATAN NASCIMENTO DE MIRANDA
Paciente/recorrente
Juízo da 1ª Vara Judicial da Comarca de Guaporé/RS
Autoridade Coatora
Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (HC 5100354-64.2025.8.21.7000)
Órgão Julgador De Origem
Ministério Público Federal
Órgão Ministerial
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento De Mérito (decisão Denegatória Pelo Stj)
Legal Issues
- 1 existência de excesso de prazo na formação da culpa
- 2 idoneidade da fundamentação da prisão preventiva
- 3 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
A manutenção da prisão preventiva foi confirmada porque está fundada em elementos concretos extraídos dos autos (materialidade, indícios de autoria, provas colhidas, modus operandi), na periculosidade do agente demonstrada pela reiteração delitiva e antecedentes, e na condição de foragido que autorizou dilação processual; não se verificou excesso de prazo na formação da culpa diante da complexidade do feito, da atuação das partes, da ausência de desídia do Poder Judiciário e da iminente conclusão da instrução, razão pela qual o recurso em habeas corpus foi denegado.
Court Disposition
nego provimento ao recurso
Orders
- Nego provimento ao recurso.
- Recomenda‑se ao Juízo de Direito da 1ª Vara Judicial da Comarca de Guaporé‑RS que reexamine a necessidade da segregação cautelar, tendo em vista o tempo decorrido e o disposto na Lei 13.964/19, e que adote celeridade.
Full Case Text
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