HC 1010347 - DECISAO
Não conheço do habeas corpus porque a via escolhida configurou substitutivo de recurso próprio sem demonstrar flagrante ilegalidade apta a atrair a ordem de ofício; as nulidades alegadas foram afastadas com base em documentos dos autos (nota de culpa entregue em 12/12/2024; exame de corpo de delito em 09/12/2024), a ausência de advogado no interrogatório policial não gera nulidade no inquérito, a audiência de custódia fora do prazo não demonstrou prejuízo, e a prisão preventiva foi devidamente fundamentada nos termos do art. 312 do CPP pela gravidade concreta do delito, modus operandi e risco à ordem pública, justificando a manutenção da segregação cautelar.
- Parties
- Paciente: PAULO HENRIQUE ANDRADE SANTOS; Impetrante: Andrei Rodrigues dos Santos; Autoridade Coatora: Juíza de Direito da 1a Vara Criminal da Comarca de Alagoinhas/BA; Órgão Julgador: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 08 August 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
- Outcome
- não conhecido
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Audiência De Custódia, Nulidades Processuais, Exame De Corpo De Delito, Interrogatório Policial, Nota De Culpa, Fundamentação Da Decisão
Case Brief
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Parties
PAULO HENRIQUE ANDRADE SANTOS
Paciente
Andrei Rodrigues dos Santos
Impetrante
Juíza de Direito da 1a Vara Criminal da Comarca de Alagoinhas/BA
Autoridade Coatora
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA
Órgão Julgador
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
Legal Issues
- 1 nulidade do inquérito policial pela suposta não entrega da nota de culpa
- 2 não realização do exame de corpo de delito
- 3 interrogatório policial sem a presença de advogado
Ratio Decidendi
Não conheço do habeas corpus porque a via escolhida configurou substitutivo de recurso próprio sem demonstrar flagrante ilegalidade apta a atrair a ordem de ofício; as nulidades alegadas foram afastadas com base em documentos dos autos (nota de culpa entregue em 12/12/2024; exame de corpo de delito em 09/12/2024), a ausência de advogado no interrogatório policial não gera nulidade no inquérito, a audiência de custódia fora do prazo não demonstrou prejuízo, e a prisão preventiva foi devidamente fundamentada nos termos do art. 312 do CPP pela gravidade concreta do delito, modus operandi e risco à ordem pública, justificando a manutenção da segregação cautelar.
Court Disposition
não conhecido
Orders
- Pedido liminar indeferido
- Não conheço do habeas corpus
Full Case Text
Judgment text and source record
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