HC 1001963 - ACORDAO
O agravo regimental foi negado porque o ato impugnado transitou em julgado, de modo que o habeas corpus não pode ser conhecido nesta Corte como substitutivo de revisão criminal nos termos do art. 105, I, e, da CF; além disso, não se verificou ilegalidade flagrante: o indeferimento de memoriais é discricionário diante da regra da oralidade, a atuação do juiz nas inquirições respeitou os limites do art. 212 do CPP e não houve comprovação de prejuízo concreto à defesa.
- Parties
- Agravante: JOÃO ARNO DA ROSA BUCHHORN
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 September 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Habeas Corpus / Julgamento
- Outcome
- Agravo regimental improvido
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Revisão Criminal, Supressão De Instância, Oralidade, Cerceamento De Defesa, Imparcialidade Judicial, Art. 212 Do CPP, Trânsito Em Julgado
Case Brief
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Parties
JOÃO ARNO DA ROSA BUCHHORN
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental No Habeas Corpus / Julgamento
Legal Issues
- 1 Admissibilidade de habeas corpus após trânsito em julgado
- 2 Utilização do habeas corpus como substitutivo de revisão criminal
- 3 Indeferimento de alegações finais por memoriais e regra da oralidade
Ratio Decidendi
O agravo regimental foi negado porque o ato impugnado transitou em julgado, de modo que o habeas corpus não pode ser conhecido nesta Corte como substitutivo de revisão criminal nos termos do art. 105, I, e, da CF; além disso, não se verificou ilegalidade flagrante: o indeferimento de memoriais é discricionário diante da regra da oralidade, a atuação do juiz nas inquirições respeitou os limites do art. 212 do CPP e não houve comprovação de prejuízo concreto à defesa.
Court Disposition
Agravo regimental improvido
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental
Full Case Text
Judgment text and source record
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