RHC 213565 - DECISAO
Não se constatou flagrante ilegalidade, abuso de poder ou teratologia na decisão que deferiu a oitiva de testemunhas como informantes do juízo e indeferiu o desentranhamento do depoimento; as questões suscitadas demandam análise em sede própria (correição parcial ou exceção de suspeição) e o art. 209 do CPP autoriza o juiz a determinar oitiva de testemunhas necessárias à busca da verdade, razão pela qual o habeas corpus, via inadequada como substitutivo recursal, foi conhecido e negado provimento.
- Parties
- Paciente/recorrente: JOSE VITOR MAZZUTI DE ASSIS BRUM; Órgão Prolator Do Acórdão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ; Advogada Nomeada: Ellen Caroline Mottin Gasparin
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 October 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Recurso Ordinário Em Habeas Corpus Conhecido E Negado Provimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Recurso ordinário em habeas corpus conhecido e negado provimento
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Oitiva De Testemunha, Testemunha Do Juízo, Desentranhamento De Depoimento, Suspeição De Magistrado, Correição Parcial, Honorários Advocatícios, Art. 209 Do CPP, Uso Do Habeas Corpus Como Sucedâneo Recursal
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
JOSE VITOR MAZZUTI DE ASSIS BRUM
Paciente/recorrente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ
Órgão Prolator Do Acórdão
Ellen Caroline Mottin Gasparin
Advogada Nomeada
Procedural Posture
Habeas Corpus / Recurso Ordinário Em Habeas Corpus Conhecido E Negado Provimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 Deferimento da oitiva de testemunhas não arroladas na denúncia
- 2 Indeferimento do desentranhamento do depoimento de testemunha que leu documentos em audiência
- 3 Alegação de suspeição/parcialidade da magistrada
Ratio Decidendi
Não se constatou flagrante ilegalidade, abuso de poder ou teratologia na decisão que deferiu a oitiva de testemunhas como informantes do juízo e indeferiu o desentranhamento do depoimento; as questões suscitadas demandam análise em sede própria (correição parcial ou exceção de suspeição) e o art. 209 do CPP autoriza o juiz a determinar oitiva de testemunhas necessárias à busca da verdade, razão pela qual o habeas corpus, via inadequada como substitutivo recursal, foi conhecido e negado provimento.
Court Disposition
Recurso ordinário em habeas corpus conhecido e negado provimento
Orders
- Recurso ordinário em habeas corpus conhecido e negado provimento
- Publique-se
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment