HC 1018162 - ACORDAO
Denega-se a ordem porque não há demonstrado constrangimento ilegal; o magistrado singular e o Tribunal a quo fundamentaram adequadamente a manutenção da medida cautelar de proibição de ausentar-se da Comarca com base nos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade, e a defesa não apresentou fundamentos concretos suficientes para a sua flexibilização; eventuais ausências podem ser autorizadas mediante requerimento judicial.
- Parties
- Paciente: JULIANO QUEIROZ DE OLIVEIRA; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 October 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Acórdão (julgamento Colegiado)
- Outcome
- Ordem denegada.
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Medidas Cautelares, Proibição De Ausentar Se Da Comarca, Violência Doméstica, Lesão Corporal
Case Brief
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Parties
JULIANO QUEIROZ DE OLIVEIRA
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Acórdão (julgamento Colegiado)
Legal Issues
- 1 revogação/flexibilização da medida cautelar de proibição de se ausentar da comarca
- 2 aplicação analógica do art. 328 do CPP
- 3 necessidade, adequação e proporcionalidade das medidas cautelares
Ratio Decidendi
Denega-se a ordem porque não há demonstrado constrangimento ilegal; o magistrado singular e o Tribunal a quo fundamentaram adequadamente a manutenção da medida cautelar de proibição de ausentar-se da Comarca com base nos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade, e a defesa não apresentou fundamentos concretos suficientes para a sua flexibilização; eventuais ausências podem ser autorizadas mediante requerimento judicial.
Court Disposition
Ordem denegada.
Orders
- Denegar a ordem de habeas corpus.
- Mantém-se a medida cautelar de proibição de ausentar-se da Comarca até o encerramento da instrução, salvo prévia autorização judicial.
Full Case Text
Judgment text and source record
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