HC 1039251 - DECISAO
Conheceu-se parcialmente do habeas corpus e denegou-se a ordem porque a prisão preventiva da paciente estava fundada concretamente nos termos dos arts. 312 e 313, I, do CPP, havendo prova da materialidade e indícios suficientes de autoria e risco de reiteração delitiva (investigações em série), além da inadequação, no caso concreto, das medidas cautelares diversas da prisão; não se evidenciou alteração fática ou jurídica capaz de afetar os fundamentos do decreto prisional, e o habeas corpus não é meio adequado para revolver o acervo probatório.
- Parties
- Paciente: ANDREA FERNANDES DA SILVA; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO; Parte Acusadora: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO; Denunciado: DAVDSON PEREIRA ROCHA; Denunciado: PAULO AFONSO FAGUNDES JUNIOR; Denunciada: THAMYRES SEVERINA BATISTA DA ROCHA; Denunciado: SANDRO ARAUJO DA COSTA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 October 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Monocrática (conhecimento Parcial E Denegação)
- Outcome
- Conheço em parte do habeas corpus e, nessa extensão, denego a ordem.
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Medidas Cautelares, Estelionato, Associação Criminosa, Reiteração Delitiva, Fundamentação Concreta
Case Brief
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Parties
ANDREA FERNANDES DA SILVA
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Autoridade Coatora
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Parte Acusadora
DAVDSON PEREIRA ROCHA
Denunciado
PAULO AFONSO FAGUNDES JUNIOR
Denunciado
THAMYRES SEVERINA BATISTA DA ROCHA
Denunciada
SANDRO ARAUJO DA COSTA
Denunciado
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Monocrática (conhecimento Parcial E Denegação)
Legal Issues
- 1 Adequação da prisão preventiva às exigências do art. 312 do CPP
- 2 Suficiência da fundamentação da decisão que decretou a prisão preventiva
- 3 Cabimento do habeas corpus para reexame do conjunto probatório
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do habeas corpus e denegou-se a ordem porque a prisão preventiva da paciente estava fundada concretamente nos termos dos arts. 312 e 313, I, do CPP, havendo prova da materialidade e indícios suficientes de autoria e risco de reiteração delitiva (investigações em série), além da inadequação, no caso concreto, das medidas cautelares diversas da prisão; não se evidenciou alteração fática ou jurídica capaz de afetar os fundamentos do decreto prisional, e o habeas corpus não é meio adequado para revolver o acervo probatório.
Court Disposition
Conheço em parte do habeas corpus e, nessa extensão, denego a ordem.
Orders
- Ordem denegada
- Publique-se
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